(03/05/2014) – Em balanço divulgado na semana passada, a Romi informa ter registrado queda na receita operacional líquida de 19,7% no primeiro trimestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano passado. Para a companhia, o fato se deve à redução da demanda da indústria no mercado brasileiro, consequência do clima de incerteza que se estabeleceu sobre o mercado desde 2014.
A redução das vendas atingiu principalmente a unidade Negócios Máquinas-Ferramenta, que fechou o trimestre com R$ 62,4 milhões, 22,7% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. De janeiro a março, foram vendidas 197 máquinas novas, quantidade 19,6% inferior à do primeiro trimestre de 2014 (245 unidades). Somado o resultado da subsidiária alemão B+W o resultado foi de R$ 69,5 milhões, 31,3% menor que em 2014.
A Unidade de Negócios Máquinas para Plásticos, com faturamento líquido de R$ 24,1 milhões, registrou queda de 13,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2014 e alta de 6,9% na comparação com o último trimestre de 2014. No período foram vendidas 41 máquinas novas, 22,6% menos que as 53 máquinas do mesmo período do ano anterior.
Já a Unidade de Fundidos e Usinados apresentou alta de 26,2% na comparação com o faturamento do primeiro trimestre de 2014, totalizando R$ 27,2 milhões. De acordo com a companhia, esse aumento ocorreu em virtude da retomada do segmento de energia eólica, embora os segmentos automotivo-comercial (caminhões) e agrícola tenham apresentado redução na demanda por peças fundidas e usinadas. No período, foram vendidas 3.807 toneladas de produtos fundidos e usinados, volume 2% superior às 3.731 toneladas do ano anterior.
