
(19/04/2015) – Até recentemente, a WolfBrasil – que distribui as ferramentas da ZCC e da AMEC no Brasil – tinha o seu foco principal no atendimento de revendas e representantes. Para ampliar sua participação no mercado, a empresa mudou a estratégia e hoje quer fortalecer a atuação direta junto à indústria.
Para tanto, a empresa contratou um novo gerente Comercial, Sílvio Samuel, que por cerca de 10 anos trabalhou na Komet. Samuel conta que a WolfBrasil montou um time com vendedores externos para atender a Grande São Paulo, o Interior de São Paulo, Joinville e está selecionando candidatos para atender o Paraná (no Rio Grande do Sul mantém parceria com a distribuidora Paese). “Pretendemos expandir para todos os polos industriais do País, começando por Rio de Janeiro e Minas Gerais”, informa o gerente.
Com a nova estrutura, o objetivo é crescer 30% em 2015. “É uma meta agressiva para um mercado em crise, mas com a expansão da equipe de vendas, inclusive da estrutura interna de vendas, achamos que é possível. Além disso, teremos novidades em ferramentas de metal duro da ZCC já na Feimafe e acreditamos que a linha de furação da AMEC tem grande potencial de crescimento no Brasil”, diz Samuel.
O gerente lembra que a AMEC é um tradicional fabricante norte-americano, que se instalou recentemente no Brasil e que conta com estrutura de suporte local, inclusive de engenharia de aplicação, e que tem crescido bastante na América Latina, em especial no México. “A AMEC também tem grande expectativa para a sua linha no mercado brasileiro, em especial na área de furação profunda até 30xD – a maioria com itens standard. É um campo com poucas empresas especialistas e a AMEC conta com produtos para todas as operações da área de furação, como mandrilamento, alargamento e rosqueamento”.
Para dar um exemplo, cita a linha APX que está chegando agora ao mercado brasileiro. Trata-se de uma linha de brocas para diâmetros grandes, de 38 a 100 mm de comprimento para furação de 3xD a 10xD e que foi desenvolvida para trabalhar com alta taxas de remoção e de avanço, possibilitando significativos ganhos de tempo em usinagem. “Para empresas que usinam peças para o setor de geração de energia, que usinam materiais difíceis, que em geral e no qual em geral é cara a hora-máquina, traz grandes vantagens em termos de custo x benefício”, completa.