São Paulo, 22 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

31/10/2010

Sob nova direção, Komet quer ganhar mercado no Brasil

(31/10/2010) – A Komet do Brasil está sob nova direção. Desde meados de outubro, José Luiz Marcandalli é o novo gerente-geral da filial brasileira. Profissional experiente – já trabalhou na Sandvik Coromant, Korloy e Difer -, Marcandalli chega com a meta de ampliar em 30% o market share da empresa no mercado brasileiro.

Para ele, “não se trata de um objetivo difícil de ser atingido, na medida em que a empresa conta com bons produtos, mas até aqui a atuação da marca no Brasil era considerada tímida”. A matriz da Komet, na Alemanha, orientou o novo gerente a diversificar a atuação, hoje praticamente focada em uma linha de produtos, os alargadores de cermet e metal duro. “Realmente, a linha de alargadores é um dos carros-chefe da marca, mas temos excelentes produtos nas linhas de furação e rosqueamento que ainda são muito pouco conhecidos no mercado brasileiro”.

Para resolver essa questão, Marcandalli pretende investir em marketing, em treinamentos para os clientes e principalmente no reforço da equipe técnica e de vendas com profissionais experientes para atuar especificamente com determinadas linhas. Para o gerente, é preciso mostrar ao cliente brasileiro o que é a Komet no mundo.

“Trata-se de um grupo fundado em 1918, que mantém filiais em 45 países e que é composto por produtos de três marcas: Komet, Dihart e JEL”, observa. Segundo o gerente, o grupo está em crescimento e recentemente adquiriu uma fábrica no México.

No Brasil, a empresa está presente desde 1991, contando inclusive com fábrica de especiais desde 1999 – em 2007, a planta foi transferida para Guarulhos (SP),cidade na qual hoje está sediada.

Para Marcandalli, as perspectivas para a Komet no Brasil são muito boas. ”Com a reestruturação das áreas comercial e fabril, o trabalho focado e o melhor atendimento acredito que será possível alcançar crescimento da ordem de 30% no próximo ano”, conclui.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.