(10/10/2010) – “As estimativas sobre o volume de faturamento em 2010 já foram superadas em cerca de 10% ”, diz Robert Hess, gerente-geral da filial brasileira da Röhm, fabricante de sistemas de fixação. Para o gerente, em 2011, o crescimento deve ser mantido, ainda que em índices menores, já que a base comparação de 2009 era muito fraca.
Para Hess, um detalhe que deve ser realçado sobre 2010 é o fato de a empresa ter conseguido reverter as desconfianças surgidas após o fechamento de sua unidade fabril em São Paulo. “Nossos esforços para evidenciar nosso interesse de nos mantermos fortes e ativos nos mercados brasileiro e latino-americano foram recompensados”, afirma, lembrando que a Röhm é uma empresa forte, tradicional, forte e com mais de 100 anos de existência – no Brasil está presente há 50 anos.
Quanto à estratégia da empresa, Hess afirma que a empresa resolveu focar suas atividades no segmento de sistemas especiais. “O mercado nacional está carente de soluções tecnológicas em sistemas de fixação e sujeição especiais”, avalia. Os contatos realizados ao longo do ano e a divulgação do serviço junto aos clientes já apresentam os primeiros resultados. “O volume de consultas está crescendo e, em 2011, a fotografia de nossa participação nesse segmento será bem diferente”.
Hess se diz otimismo quanto ao crescimento das vendas de sistemas de fixação especiais para empresas que atuam no setor de óleo e gás, em particular entre os fabricantes de válvulas e tubos. O gerente também vê boas perspectivas para o próximo ano com os lançamentos programados para o mercado brasileiro, com destaque para os sistemas de sujeição automáticos e o sistema de troca rápida de castanhas lançados na feira AMG, realizada na Alemanha no início de outubro.