São Paulo, 28 de junho de 2026

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04/08/2014

Romi fecha 1º semestre com alta de 0,9% nas receitas

(03/08/2014) – A receita operacional líquida da Romi teve alta de 0,9% no primeiro semestre de 2014 em relação ao mesmo período do ano passado. O valor atingiu R$ 294,3 milhões. Já no segundo trimestre, com receita líquida de R$143,6 milhões, o que representa queda de 5,2% em relação ao mesmo período de 2013.

“A atividade industrial brasileira registrou contração pelo terceiro mês seguido em junho de 2014, obtendo o pior resultado desde julho do ano passado. Esse cenário é reflexo do enfraquecimento persistente na demanda interna”, avalia a companhia em comunicado aos investidores. No mesmo comunicado os resultados do semestre são apontados como demonstração de “uma performance consistente” e um acerto no planejamento orçamentário diante da incerteza que ronda o mercado no primeiro semestre, em especial da indústria automotiva.

O segundo trimestre teve um recuo de 34% no volume de entrada de pedidos comparado com o mesmo período de 2013 e 3% abaixo do obtido nos primeiros três meses do ano. A principal queda de pedidos foi registrada em máquinas de plástico, com redução de 47% na comparação com o ano passado.

Os investimentos da Romi totalizaram, no segundo trimestre de 2014, R$ 7,5 milhões, e foram destinados, em parte, à manutenção, produtividade e modernização do parque industrial, dentro do plano previsto para 2014. O mercado doméstico foi responsável por 78,9% da receita do primeiro trimestre.

Máquinas-Ferramenta – No primeiro semestre a receita da unidade somou de R$ 197,9 milhões, valor 0,2% inferior ao obtido mesmo período do ano anterior. No segundo trimestre de 2014 foram vendidas 281 máquinas novas, quantidade 7,6% inferior à obtida no mesmo período do ano anterior (304 unidades). Já nos seis primeiros meses de 2014 foram vendidas 526 máquinas novas, quantidade 25,3% inferior à obtida no mesmo período do ano anterior. No entanto, a empresa explica que a demanda por máquinas de maior porte estão em alta por conta de projetos de infraestrutura, enquanto modelos de médio e pequeno porte se mantiveram estáveis ou diminuíram.

Máquinas para Plásticos – No segundo trimestre o faturamento líquido da Unidade totalizou R$ 24,5 milhões, valor 4,9% acima do obtido no mesmo período do ano passado. Na comparação de semestre o crescimento de receita foi de 28%. No segundo trimestre de 2014 foram vendidas 38 máquinas novas, quantidade 37,7% inferior à obtida no mesmo período de 2013 (61 máquinas). Segundo a empresa, apesar da significativa redução, os pedidos de maior porte deixaram a receita positiva.

Fundidos e Usinados – A receita operacional líquida dessa Unidade foi de R$ 22,5 milhões no segundo trimestre, 21,4% menor em relação ao mesmo período de 2013. A queda é atribuída à diminuição do ritmo de produção de caminhões e equipamentos para produção de energia eólica. A receita ficou 4,4% positiva na comparação entre os semestres. De acordo com o comunicado, o balanço positivo do semestre indica a retomada do segmento de eólica.

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