(04/05/2014) – A unidade de máquinas-ferramenta da Romi fechou o primeiro trimestre com aumento de 41,5% na entrada de pedidos, na comparação com o mesmo período do ano passado. O crescimento expressivo se deve à base de comparação (o primeiro trimestre de 2014 foi muito fraco) e ao bom desempenho da B+W.
Outro fator decisivo para a elevação da entrada de pedidos se deve às vendas realizadas pelas subsidiárias europeias da Companhia, “cuja venda de máquinas-ferramenta vem crescendo consistentemente”, conforme assinala o balanço do trimestre divulgado na semana passada.
Em Máquinas-Ferramenta, a receita operacional líquida atingiu R$ 101,3 milhões nos três primeiros meses de 2014, dos quais R$ 20,3 milhões referem-se à consolidação da receita operacional líquida da B+W. Este montante consolidado representou um acréscimo de 2,5%, se comparado com o mesmo período do ano anterior.
No primeiro trimestre, a Romi registrou receita operacional líquida R$ 150,7 milhões, aumento de 7,4% em relação ao mesmo período de 2013. O lucro líquido foi de R$ 3 milhões, crescimento significativo em relação ao prejuízo de R$ 5,5 milhões obtido no mesmo período do ano passado.
No período, o faturamento líquido da unidade de Máquinas para Plásticos totalizou R$ 27,8 milhões, aumento de 59,5%, em relação ao mesmo trimestre de 2013 e 22,6% acima do obtido no quarto trimestre do mesmo ano. Nesse período, foram vendidas 53 máquinas novas, quantidade 20,5% superior à obtida no mesmo período de 2013 (44 máquinas). Destaque para as vendas no mercado de embalagens, automobilístico, móveis, utilidades domésticas e prestação de serviços.
A unidade de negócios Fundidos e Usinados teve receita operacional líquida de R$ 21,6 milhões no primeiro trimestre de 2014. Foram vendidas no período 3.731 toneladas de produtos fundidos e usinados, volume 3,7% superior ao obtido nos primeiros três meses de 2013 (3.598 toneladas).
chr38quot;A recuperação gradual dos preços dos produtos Romi, as medidas de eficiência operacional e as constantes iniciativas voltadas à contenção de custos e despesas têm sido os principais responsáveis pelos resultados consistentes da Companhia”, afirma Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi.
