São Paulo, 29 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

19/01/2014

Inovação em lasers dá prêmio à Trumpf e Bosch

(19/01/2014) – O Prêmio Alemão do Futuro, voltado à inovação, foi conquistado por uma equipe de especialistas da Trumpf, Bosch e da Universidade de Jena. O presidente alemão, Joachim Gauck, entregou pessoalmente o prêmio de 2013 aos doutores Dirk Sutter (Trumpf), Jens König (Bosch) e ao professor Stefan Nolte (Universidade de Jena), em cerimônia oficial em Berlim.

Os três pesquisadores transformaram o laser de pulsos ultracurtos em uma nova ferramenta para a produção industrial em escala. A tecnologia traz propriedades surpreendentes e possibilidades praticamente ilimitadas. O laser de pulsos ultracurtos, que emite até 24.000 pulsos de energia incrivelmente alta, processa quase todo tipo de material de forma precisa e com alta produtividade. Perfura buracos ultrafinos no metal, corta stents médicos a partir de minúsculos tubos de polímeros, bem como telas sensíveis ao toque ​​para displays de smartphones. Além disso, estrutura as superfícies das células solares de película fina e também pode cortar folhas de plástico ultrafinas, componentes cerâmicos frágeis e até mesmo diamantes.

"Com o laser de pulsos ultracurtos abrimos uma porta para uma nova realidade – e nós não saberemos precisar o seu tamanho exato ou detalhes sobre isso por um tempo muito longo," disse Peter Leibinger, vice-presidente do Grupo Trumpf e presidente da Divisão de Tecnologia Eletrônica e Laser. "É por isso que microprocessamento, usando lasers como estes, é uma tecnologia de produção do futuro. Consideramos a atribuição do Prêmio Alemão do Futuro um reflexo da relevância industrial e política de nossas inovações conjuntas, por isso que estamos muito orgulhosos de recebê-lo”, acrescentou Leibinger.

Segundo Leibinger, a tecnologia já comprovou sua aptidão para linhas integradas de produção e está entrando em novos setores de produção seriada, substituindo métodos convencionais, tais como a perfuração mecânica, erosão ou ataque químico. Produtos totalmente novos, que eram impossíveis de ser produzidos até agora, já podem ser fabricados usando o laser de pulsos ultracurtos.

"Acredito que os números de produção continuarão a subir muito no futuro, uma vez que esta tecnologia oferece grandes vantagens para inúmeros campos de aplicação", afirmou Dirk Sutter, responsável pela pesquisa de laser ultracurto em desenvolvimento na Trumpf, em Schramberg. A característica especial do processo é que não há transferência de calor para o material e nenhum resíduo. Isto ocorre porque o pulso ultracurto só aquece o material localmente, e tão intensamente que ele é ejetado e vaporizado antes que o calor possa ser transferido. Isso permite que apenas alguns micrômetros de diâmetro sejam vaporizados ou retirados, sem resíduos derretidos, nenhuma zona de influência de calor e, consequentemente, nenhuma necessidade de retoque.

A próxima geração de lasers de pulsos ultracurtos já está sendo produzida na Trumpf. Os lasers de femtossegundos, que possuem pulsos ainda mais curtos, levaram os benefícios desta tecnologia para estruturas ainda menores, ampliando ainda mais seu leque de possibilidades. O potencial da tecnologia, portanto, está apenas começando a ser descoberto.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.