São Paulo, 03 de fevereiro de 2026

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04/04/2010

País tende a consumir máquinas de maior valor agregado

(04/04/2010) – Durante a Techmei 2010, a reportagem do site usinagem-brasil esteve no estande do Grupo Megga para entrevistar o seu presidente, Stefan Lee. A conversa iria gerar em torno da retomada do mercado e da participação das cinco divisões do grupo no evento: Meggatech, Meggaton, Meggaplásticos, Meggaforming e, a mais recente, Meggalog.

Porém, uma pergunta feita pelo repórter concentrou a entrevista na tendência de consumo de máquinas no mercado brasileiro. Momentos antes, outro entrevistado havia observado que os negócios estavam dando sinais de melhora, mas somente para as máquinas de menor valor agregado. Como o Grupo Megga tem divisões que operam nas duas faixas de mercado, o repórter transformou o comentário em pergunta. Lee manifestou total discordância.

Para ele, o mercado brasileiro tende a ficar cada vez mais parecido com os mercados de primeiro mundo, com destaque para as máquinas de alta performance. “Máquinas com especificações técnicas, com avanços rápidos, reduzidos tempos de troca de ferramentas etc.”, justificou. “A tendência do mercado brasileiro é a de um up grade na área de máquinas”.

O executivo reconhece que no mercado brasileiro ainda se compra muita máquina de baixo valor agregado – que ele chama de bed types. “Porém, a maioria das empresas já adquiriu experiência com CNC, já conta com operadores com maior conhecimento técnico e está se voltando para as máquinas de maior conteúdo tecnológico“.

De acordo com o presidente do Grupo Megga, o mercado brasileiro está amadurecendo. Uma mostra dessa evolução, em sua opinião, é que muitos clientes já estão interessados em saber qual o custo operacional total da máquina antes de adquiri-la (ou TCO – Total Cost of Ownership) e não apenas o custo inicial de máquina. “O custo inicial de uma máquina de maior valor agregado é maior, mas o custo total (que envolve manutenção ao longo de toda a vida máquina) é menor”.

Para o presidente do Grupo Megga, o aquecimento do mercado brasileiro também é perceptível. “2010 deve ser muito bom. Esperamos crescer 50% este ano”, afirma. No momento, diz, o maior movimento está se registrando no setor de máquinas para plásticos, porém, o mesmo tende a ocorrer com as máquinas para usinagem ao longo do ano. Lee avalia que o parque instalado da indústria brasileira, em especial o setor automotivo, deve chegar ao limite nos próximos meses e provocar aumento dos negócios, retornando aos padrões de 2008. “Vamos ter uma Feira da Mecânica forte”, concluiu.

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