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08/11/2009

Okuma mantém investimentos em máquinas sofisticadas

(08/11/2009) – A crise econômica é passageira e, assim que o mercado reaquecer, as indústrias voltarão a investir em máquinas mais sofisticadas. Esse é o posicionamento da Okuma, fabricante de máquinas-ferramenta com sede no Japão, que optou por continuar desenvolvendo equipamentos com tecnologia sofisticada, indo na direção contrária à dos seus principais concorrentes mundiais. “Muitas fabricantes estão mais focadas em passar pela crise, oferecendo máquinas simples e de baixo custo. A Okuma, em contrapartida, acredita que essa tendência é passageira e está se preparando para a retomada dos negócios, apostando principalmente no segmento de geração de energia”, adianta Carlos Eduardo Ibrahim, gerente de Vendas para a América Latina da Okuma.

Esse direcionamento ficou ainda mais evidente durante a EMO 2009, realizada no mês passado, em Milão. Segundo Ibrahim, enquanto as maiores fabricantes de máquinas operatrizes apresentaram em seus estandes produtos mais simples e de baixo custo, a Okuma lançou dois equipamentos altamente sofisticados – o torno VTR 160 e a máquina multitarefa Multus B750, com custos próximos ou superiores a US$ 1 milhão – e apresentou uma série de máquinas de última geração tecnológica.

A Okuma – afirma o gerente – agregou nas máquinas recursos sofisticados de engenharia aplicada para melhorar o controle, oferecer maior conforto ao operador e aumentar a produtividade e confiabilidade. “Ao invés de simplificar, optamos por sofisticar os equipamentos tornando standard o que antes era opcional”, acrescenta Ibrahim. “A estratégia é oferecer máquinas eficientes, capazes de executar – cada uma – o trabalho de duas máquinas mais baratas”, destaca Ibrahim.

O principal alvo da Okuma é o segmento de geração de energia, sobretudo dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), cujas expectativas de crescimento oscilam de 4% a 8% ao ano. “O aumento populacional nesses países irá impulsionar a criação de maior número de empresas, indústrias e moradias, o que em paralelo exigirá aumento da geração e distribuição de energia, propiciadas pelas matrizes hidroelétricas, eólicas, térmicas e de petróleo. E é nessa vertente que a Okuma está apostando”, destaca Ibrahim.

EMO 2009 – Apesar da ausência de muitas empresas e do encolhimento da metragem do tamanho da maioria dos estandes, a edição italiana da EMO pôde ser considerada um sucesso, avalia Ibrahim. Ainda sentindo os efeitos da crise econômica que começa a arrefecer nos EUA e a diminuir a passos lentos também na Europa, a feira reuniu mais de 124 mil visitantes e superou as expectativas de negócios. A Okuma foi uma das que conseguiu fechar vendas durante o evento e engatilhar uma série de negócios posteriores.

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