São Paulo, 27 de junho de 2026

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29/03/2013

Worldia, novo concorrente no mercado de ferramentas


(31/03/2013) – O mercado brasileiro de ferramentas de corte acaba de ganhar um novo concorrente: a Worldia (Beijing World Super Hard Tools), fabricante de ferramentas standard e especiais de PCD e CBN. A empresa, que tem sede na China fechou contrato com a World Technology Tools do Brasil para ser sua distribuidora exclusiva em toda a América do Sul, Central e México.

A World Technology Tools do Brasil é dirigida por Carlos Gerstenmeyer, que atua há mais de 30 anos no mercado de ferramentas e já fez parte da equipe de várias empresas do setor, como Sandvik, Valenite, Komet , LMT e Sumitomo.

Na opinião de Gerstenmeyer, a Worldia é uma empresa que se diferencia no mercado asiático e está “alguns degraus acima da maioria dos fabricantes de ferramentas da China”. Ele explica que a Worldia é resultado da fusão de três fabricantes chinesas, ocorrida em 2006, entre elas a Supower.

A linha de produtos é voltada para vários setores industriais, como metal-mecânico, automotivo, indústria moveleira, vidros (é o maior fornecedor para os fabricantes de LCD na China), entre outros. Gerstenmeyer informa que neste primeiro momento, no Brasil, serão destacadas as linhas de PCD e CBN voltadas para o setor metal-mecânico e automotivo, como pastilhas intercambiáveis, brocas, fresas de topo retas e esféricas, fresas de facear, barras de mandrilar, alargadores, além de ferramentas específicas para a indústria moveleira.

O diretor conta que a World Technology Tools do Brasil, que já conta com estoque local, se estruturou para atender o mercado através de equipe de vendas diretas. A partir do segundo semestre também passará a contar com uma rede de representantes comerciais que se estenderá a toda a América do Sul, Central e México. “O objetivo é conquistar 3% de participação no mercado de ferramentas nos primeiros anos de atuação”, diz.

Gerstenmeyer reconhece que a meta é ousada para uma marca que acaba de se instalar no País, mas as perspectivas são muito positivas. “Estamos bastante otimistas quanto ao futuro. Nossas expectativas são embasadas em estudos técnicos e avaliação das necessidades do mercado”, observa.

Para alcançar as metas propostas, o diretor explica que um dos trunfos será o atendimento essencialmente técnico. Em sua avaliação, “o mercado nacional é carente de um atendimento de qualidade. As indústrias brasileiras necessitam obter ganhos de produtividade, com novos processos e otimização para redução do custo da ferramenta por peça usinada”.

Para tanto, lembra, a distribuidora contará com o suporte da parceira chinesa. “A Worldia conta com programa intensivo de treinamento técnico de seu pessoal interno e de vendas, incluindo cursos na matriz em Pequim”, conclui.

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