
(10/05/2026) – A Stellantis registrou desempenho positivo em produção e liderou a exportação de veículos no Brasil no primeiro trimestre de 2026, o que permitiu à empresa manter a liderança em volume de vendas no mercado automotivo da América do Sul.
Entre janeiro e março, foram exportados 34,4 mil veículos produzidos no país, volume que representa crescimento de 10,3% diante do último trimestre de 2025.
O Polo Automotivo de Betim (MG) foi responsável pelo maior volume de embarques, com 19.213 veículos exportados no período. Na sequência, o Polo Automotivo de Goiana (PE) registrou 9.604 unidades embarcadas.
Já o Polo Automotivo de Porto Real (RJ) somou 5.620 veículos destinados ao exterior entre janeiro e março.
“Os resultados reforçam o papel estratégico do Brasil na operação da Stellantis na América do Sul”, comenta Herlander Zola, presidente da Stellantis para a região.
De acordo com ele, a combinação entre a autonomia local do grupo, a escala industrial, o portfólio competitivo e a eficiência produtiva permitem à Stellantis ampliar a presença em outros mercados, e atender demandas específicas dos clientes de toda a região.

Entre os modelos que se destacaram nas exportações do trimestre, a Fiat Strada, também exportada em alguns mercados como Ram 700, manteve o protagonismo em Betim, com 9,1 mil unidades embarcadas.
Em Goiana, o Jeep Compass permaneceu na liderança das exportações, com 3,2 mil unidades, enquanto, em Porto Real, o Citroën C3 se manteve como o modelo mais exportado, totalizando 2,4 mil veículos.
No cômputo geral, a Stellantis produziu 197.715 veículos no Brasil no primeiro trimestre de 2026, aumento de 3,3% diante do mesmo período do ano passado.
O Polo Automotivo de Betim foi um dos principais responsáveis por esse desempenho, com 125.453 veículos produzidos no acumulado.
O Polo Automotivo de Goiana somou 57.864 unidades, enquanto Porto Real totalizou 14.398 veículos fabricados.
Para Zola, o resultado reflete a escala e robustez da base industrial da Stellantis no país, sustentada por um ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões entre 2025 e 2030, o maior da história da indústria automotiva na América do Sul.