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03/05/2009

Romi encerra balanço do primeiro trimestre com prejuízo

(03/05/2009) – A Indústrias Romi encerrou o primeiro trimestre com receita operacional líquida consolidada de R$ 75,8 milhões, com queda de 50,4% na comparação com os três primeiros meses de 2008 – ano em que a companhia teve a maior receita de sua história. Apesar disso, a margem bruta da empresa foi de 33,4% no trimestre, 6,4 pontos porcentuais inferior ao mesmo período do ano anterior.

“Como era esperado, a queda da atividade econômica no período impactou fortemente os resultados trimestrais da companhia, que tem como principais drivers de crescimento o desempenho do PIB industrial e a formação bruta de capital”, afirma o diretor-presidente da Romi, Livaldo Aguiar dos Santos. Segundo ele, para preparar a empresa para a desaceleração da economia, foram feitos importantes ajustes operacionais desde o quarto trimestre do ano passado, que acabaram impactando os resultados. A baixa atividade econômica refletiu em um prejuízo de R$ 7,8 milhões. O EBITDA, indicador de geração de caixa que mede os lucros antes da dedução de juros, impostos, depreciação e amortização, também foi negativo em R$ 9,9 milhões no trimestre.

A entrada total de pedidos no trimestre continuou em níveis próximos ao do último trimestre de 2008, caindo 0,5% o que não demonstra uma recuperação no setor. Na unidade de máquinas para plástico (injetoras e sopradoras) houve elevação de 76,5% nos pedidos nesse período, frente a quedas de 0,1% na unidade de fundidos e usinados e de 16,7% na de máquinas-ferramenta. “O aumento de vendas de máquinas para plástico deveu-se principalmente à comercialização da nova linha de máquinas sopradoras e às vendas por meio da Romi Italia e suas subsidiárias na Europa”, diz Santos.

Para o diretor-presidente da Romi, a estratégia de diversificação de portfólio da companhia, que há um ano começou a produzir sopradoras de plástico, garantiu parte desse resultado. No primeiro trimestre desse ano, a Romi entrou em outro segmento de produção com a compra de tecnologia para fabricação de máquinas sopradoras de PET. “Com a ampliação do portfólio, as vendas da companhia se diversificaram, abrangendo setores como de cosméticos, bebidas e alimentação, que sofreram menos com a queda do nível de atividade”, explica Santos.

Devido às mudanças econômicas, no trimestre houve também significativa alteração nos principais clientes da empresa. Cresceram as vendas para setores como de prestação de serviços, construção civil, embalagens, armamentos, fundição e ensino em detrimento de outros como, por exemplo, a indústria automobilística e de eletroeletrônicos.

Nos três primeiros meses do ano, a Romi investiu R$ 31,4 milhões em dois projetos, principalmente. Os recursos foram usados para finalizar a primeira fase de produção da nova fundição, concluindo a etapa que lhe dá capacidade para fundir 10 mil toneladas de peças de ferro por ano, totalizando a capacidade de 50 mil toneladas de fundidos anuais. E também para finalizar uma nova unidade de fabricação de máquinas-ferramenta pesadas. Nos dois casos, a Romi destina sua produção aos setores de infraestrutura, como energia elétrica, gás, petróleo, indústria naval, entre outros segmentos.

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