São Paulo, 01 de fevereiro de 2026

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05/04/2009

Nova fundição da Romi tem foco em peças técnicas e de grande porte

(05/04/2009) – Em março, entrou em operação a primeira fase da nova fundição da Romi, em Santa Bárbara D´Oeste (SP). Prevista para ser construída em três etapas, quando completa terá capacidade para produzir 40 mil t/ano. A primeira fase vai permitir a produção de 10 mil t/ano.

Do total de R$ 110 milhões previstos, R$ 60 milhões já foram empregados na unidade, que tem 13.700 m² de área construída – ao final do projeto serão 27 mil m². Um detalhe da nova fundição é que será totalmente voltada à produção de peças técnicas, complexas e de grande porte (até 35 mil t). “Essa característica da nova unidade tem sido muito elogiada em clientes que tenho visitado no Brasil e exterior”, afirma Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi.

O executivo avalia que, apesar da crise, a capacidade inicial da nova unidade estará totalmente ocupada ainda em 2009. Isso devido às próprias características da planta, que permitirá atender setores ligados à área de infra-estrutura que continuam demandando, como geração de energia, inclusive eólica, e petróleo e gás. Outros potenciais clientes são a indústria naval, a indústria automotiva pesada (caminhões, máquinas agrícolas e rodoviárias), bens de capital, entre outros.

Na nova unidade, com dois fornos por indução e capacidade para até 27 t de carga cada, serão produzidas peças em ferro fundido cinzento e nodular. O processo de moldagem será a cura a frio – adequado a peças de grande porte -, com linha de moldagem manual, equipada com misturadores contínuos de areia com capacidade para entre 20 e 60 t/hora.

CAPACIDADE IRÁ DOBRAR – Quando a nova unidade estiver concluída a Romi terá dobrado a sua capacidade atual, saltando de 40 mil t/ano para 80 mil t/ano. A atual unidade de fundição – a UF 10 – tem capacidade de para produzir peças de até 20 t e conta com moderno equipamento de desmoldagem automática.

Hoje responsável por cerca de 19% do faturamento total, a fundição entrou para a história da Romi há mais de 70 anos. Desde 1934, a Romi produz os fundidos para a sua linha de máquinas (para quem são destinados 30% do volume da fundição).  A UF-10, instalada nos anos 80, é a quarta fundição da empresa. Desde então, a companhia passou a ofertar ao mercado os excedentes. Nos anos 90, foi criada a divisão de Negócios de Fundição, que cresce em média 10% ao ano.

Hoje, cerca de 30% dos fundidos comercializados são também usinados. Como a usinagem agrega valor ao fundido – em média 50% – a Romi está investindo para ampliar o volume de fundidos e usinados. Planeja, inclusive, construir uma unidade de usinagem ao lado da nova fundição apenas para atender terceiros. “Nosso objetivo, quando concluída a nova planta, é a de usinar 100% dos fundidos que comercializamos”, informa o diretor-presidente.

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