São Paulo, 25 de junho de 2026

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03/03/2012

Após reestruturação, Komet cresce 33% no Brasil

(04/03/2012) – No final de 2010, a Komet do Brasil passou por forte reestruturação. Sob novo comando e com a contratação de profissionais experientes em várias áreas, além da maior divulgação de seu portfólio de produtos, a empresa tinha como meta crescer 30% no ano passado. Os resultados superaram os objetivos: a filial brasileira registrou faturamento 33% superior ao de 2010.

Na opinião de José Luiz Marcandalli, gerente-geral da Komet do Brasil, o êxito de uma empresa está estritamente ligado à eficácia administrativa de três setores: vendas, produção e finanças. “Assim, uma de nossas primeiras medidas foi garimpar no mercado profissionais que contribuíssem para consolidar a visão de negócios da Komet”, explica.

O executivo conta que encontrou em Lúcio Barbieri (ex-Sandvik), Rodney Almeida (ex-Iscar) e João Caldeira (ex-Walter), a equipe ideal para dar novos rumos à companhia e acelerar seu crescimento. “Unindo experiências foi possível explorar melhor o portfólio de produtos, penetrando em segmentos pouco explorados anteriormente”.

“Não basta ter produtos excelentes se estes não forem aplicados corretamente e com criatividade”, observa. “É preciso aplicar o produto certo, da maneira certa, no lugar certo, tendo a consciência de que o êxito em vendas é o desdobramento da satisfação do cliente”.

Desta forma, alguns produtos que já faziam parte do portfólio tiveram destaque no ano passado. Um exemplo são as brocas com cabeças intercambiáveis KUB K2, que podem furar diretamente superfícies completamente irregulares. Outro, os machos da linha JEL, como o Morex R, que combinam hastes feitas em HSS, mais tenazes e flexíveis, com arestas de corte em metal duro, mais resistentes ao desgaste.

Segundo o gerente, o bom desempenho após a reestruturação também favoreceu ao aumento da sinergia com a matriz e do otimismo com o mercado brasileiro. Essa maior integração com a direção central também facilitou a realização de investimentos na área de TI e, inclusive, a decisão de se instalar uma célula de ferramentas especiais em PCD no mercado local (veja matéria nesta edição).

“A matriz já enxergava o potencial do mercado brasileiro há alguns anos. Com a nova administração sentiu-se mais segura para realizar esse investimento”, avalia Marcandalli. Em sua opinião, esse conjunto de ações estratégias será a base para um crescimento substancial da filial brasileira nos próximos anos.

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