(17/07/2011) – Ainda exigindo grande dispêndio de energia elétrica na fase de produção, a indústria do alumínio está conseguindo manter a estabilidade de preços, principalmente, pela disseminação da reciclagem, que se aproxima dos 100% em quase todos os países. Com a reciclagem, várias fases do processo de extração e produção do alumínio podem ser descartadas.
Um grama de alumínio chegou a custar US$ 545 em meados do século 19 (*), um preço mais alto do que o ouro e a prata. Apenas na década de 1880, com o a adoção do processo Hall-Hérroult, conseguiria-se produzir alumínio de uma maneira mais simplificada e barata, retirando-o da famílias dos metais nobres e colocando-o na dos metais de uso industrial.
Mesmo assim, trata-se ainda hoje de uma produção cara. Sem a eliminação de algumas fases do processo extrativo e industrial, seria impossível empregar o alumínio na gama de aplicações observadas hoje. Talvez seja o exemplo mais bem sucedido de como a reciclagem de materiais pode ser um fator determinante na política de preços.
(*) Leia mais sobre este tema na revista digital Usinagem-Tech. Para acessar a matéria clique no link a seguir: Usinagem-Tech 4