(13/02/2011) – A Romi fechou 2010 com a comercialização de 2.326 máquinas-ferramenta, volume 60% superior às 1.454 vendidas em 2009. Em faturamento, os negócios com máquinas-ferramenta cresceram 37,5% no ano passado, saltando de R$ 310 milhões para R$ 427 milhões.
Segundo o balanço divulgado pela empresa na semana passada, “o ano de 2010 foi marcado por uma forte retomada do consumo e da atividade industrial (…) sustentada pela política de oferta de crédito direcionada ao mercado de bens de capital do Governo, via BNDES por meio do programa PSI (Programa de Sustentação do Investimento) o que favoreceu todo o mercado, proporcionando à Romi um forte crescimento de receita, de 41,7% no ano”.
O relatório do balanço, porém, revela preocupação com o comportamento do câmbio. “A moeda valorizada, além de tornar os produtos importados mais acessíveis no mercado interno, reduz a competitividade do produto fabricado no Brasil para exportação”.
Para a empresa, a expectativa para 2011 é otimista, “especialmente no que tange ao nível de emprego, crédito e consumo. A produção industrial deverá crescer em níveis moderados”.
FUNDIDOS E USINADOS – “Todas as unidades de negócios da companhia apresentaram crescimento de receita operacional líquida em relação ao 4T09, especialmente fundidos e usinados, cujo aumento de receita líquida foi de 34,6%”, ressaltou Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi.
A Unidade de Negócios Fundidos e Usinados registrou no ano passado a comercialização de 11.486 toneladas, contra as 8.276 de 2009, com expansão de 38,8%. Já em termos de faturamento, os negócios tiveram alta de 49,2% no ano passado, saltando de R$ 44,9 milhões em 2009 para R$ 67,01 milhões no ano passado.
Na Unidade de Negócios Máquinas para Plásticos foram comercializadas 425 máquinas em 2010 contra 309 máquinas vendidas em 2009 (+37,5%). Em termos de faturamento, os negócios cresceram 49,7%: 119.859, em 2009, contra 179.413, de 2010.
