(28/03/2010) – Com base em pesquisa realizada pela Maxiquim, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) prevê que o setor crescerá cerca de 8% em 2010, depois de amargar queda no ano passado.
De acordo com o perfil levantado pela Maxiquim, anualmente o setor registra uma evolução em faturamento. Em 2006 foram R$ 8,63 bilhões, em 2007 R$ 9,37 bilhões e em 2008 R$ 10,31 bilhões. Alfredo Schmitt, presidente da entidade, explica que – embora os números de fechamento de 2009 não estejam totalmente consolidados – já se sabe que houve uma redução, tanto de faturamento quanto de tonelagem, ao redor dos 5,5%. “Por isso mesmo estamos tão otimistas em relação a 2010”, analisa.
Entre os mercados atendidos pela indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis, alimentos e varejo aparecem nos primeiros lugares, respectivamente com 31% e 22% de participação. Na seqchr38uuml;ência vêm aplicações industriais (19%), bebidas (6%), higiene pessoal e cosméticos (4%), pet food (2%) e limpeza doméstica (2%); os 14% restantes estão pulverizados em outras categorias.
Para sustentar a retomada de negócios em 2010, a ABIEF planeja algumas ações estratégicas, entre elas a realização do 1° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendado para o dia 10 de junho no Auditório Oeste do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em paralelo à Fispal Tecnologia 2010.