São Paulo, 21 de junho de 2026

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15/11/2009

Trabalhadores da AL não possuem habilidades críticas

(15/11/2009) – Segundo estudo encomendado pelas empresas FedEx Express e Dell, os empregadores da América Latina acreditam que os trabalhadores da região não possuem as habilidades necessárias para atuar no mercado global e competitivo de hoje. A pesquisa revela ainda que os recém-formados que ingressam no mercado de trabalho frequentemente não possuem habilidades interpessoais, um fato que pode prejudicar suas chances para sucesso e a sustentabilidade de empresas da região.

O Estudo, batizado de “Habilidades para competir: depois da educação secundária e a sustentabilidade empresarial na América Latina”, realizado pelo Economist Intelligence Unit (EIU), revela ainda que a colaboração e as parcerias entre o setor público e privado são fatores críticos para melhorar a qualidade da educação e a competitividade geral da força de trabalho da América Latina. “A FedEx solicitou essa pesquisa para levar adiante o debate sobre a importância de um trabalho colaborativo, globalizado e conectado entre as instituições educacionais e o setor privado”, disse Juan N. Cento, presidente da Divisão de América Latina e o Caribe da FedEx Express.

“Para competir em uma força de trabalho global, latino-americanos devem desenvolver habilidades como pensamento crítico e resolução de problemas, além de conhecimentos tradicionais, como ciências e matemática”, diz Raymundo Peixoto, diretor-geral da Dell Brasil.

A pesquisa também revelou que 97% dos pesquisados disseram que a globalização aumentou a necessidade por habilidades interpessoais.

De acordo com a pesquisa, habilidades que incluem o pensamento crítico (76%), resolução de problemas (73%) e habilidades para a vida cotidiana (72%) são ainda mais importantes no trabalho.

Entretanto, as “habilidades específicas” como múltiplos idiomas, proficiência em tecnologia e ciências, engenharia e matemática ainda foram selecionadas como áreas que serão importantes em cinco anos – especialmente para pequenas empresas.

Ao ajudar a melhorar as qualificações do estudante, as grandes empresas se concentram mais em buscar melhorias dentro das instituições de ensino, enquanto as pequenas empresas buscam levar os alunos para o mercado por meio de estágios e programas que integrem o estudo e o trabalho.

Os alunos na América Latina passam menos tempo na escola se comparados a seus pares em outros países, e a produtividade dos trabalhadores regionais está abaixo dos níveis asiáticos, de acordo com a pesquisa do Economist Intelligence Unit, de 2008 (Em busca de sustentabilidade empresarial: e educação na América Latina e o papel do setor privado).

O desafio que a região enfrenta para atender às demandas do novo ambiente de negócios global reside no treinamento das pessoas em habilidades técnicas (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e interpessoais (pensamento crítico, resolução de problemas e habilidades para a vida). Os executivos na América Latina reconhecem a importância de uma força de trabalho educada para a competitividade empresarial e concordam que o setor privado desempenha um papel importante na preparação de alunos.

Para fazer o download do estudo acesse www.experience.fedex.com.  

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