São Paulo, 21 de junho de 2026

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15/11/2009

Produção de veículos em outubro é a segunda maior da história

(15/11/2009) – Segundo dados divulgados na semana passada pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em outubro, esta indústria registrou a sua segunda melhor marca histórica. Foram produzidos no mês passado 316 mil veículos, abaixo apenas do resultado obtido em julho de 2008: 318,4 mil.

Segundo a entidade, o bom ritmo de produção de outubro se deve à recuperação dos estoques, baixos em setembro, em função do bom nível do mercado interno (o estoque ao final de outubro era de 215,8 mil unidades, o equivalente a 22 dias de vendas; em setembro o estoque foi de 171,6 mil, o equivalente a 17 dias de vendas).

A produção total de veículos em 2009, porém, ainda está abaixo da atingida no mesmo período de 2008 (jan/out). Até aqui, em 2009, foram produzidos 2.637,3 veículos, enquanto em outubro de 2008 o total era de 2.921,7. A diferença é de 9,7%.

Em grande parte essa diferença se deve ao desempenho das exportações, hoje 40% abaixo do volume exportado em 2008. Em número de veículos, já representa cerca de 270 mil, podendo chegar até o final do ano em 300 mil veículos. “É o equivalente à produção anual de duas fábricaschr38rdquo;, comentou Jackson Schneider, presidente da Anfavea, em coletiva de imprensa.

Já as vendas de veículos no mercado interno devem superar a meta de 3 milhões de unidades prevista pela entidade para 2009. De acordo com Schneider, o volume poderá ficar entre 70 mil e 80 mil unidades acima do previsto.

MÁQUINAS AGRÍCOLAS – As vendas ao mercado interno cresceram 13% em outubro em relação a setembro. No acumulado ainda há queda de 4,2%, mas – de acordo com a entidade – há boas expectativas sobre o prosseguimento de recuperação do mercado interno. No mercado externo, as vendas estão 54,5% abaixo do apurado em 2008.

FÉRIAS COLETIVAS – Diante do quadro de demanda aquecida, algumas montadoras já estudam o adiamento das férias coletivas de fim de ano para janeiro ou encurtar o período do tradicional descanso natalino. O quadro é o oposto do ano passado quando, no auge da crise financeira internacional, a maioria das fabricantes de veículos dispensou os funcionários por períodos de até 50 dias.

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