São Paulo, 14 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

25/08/2007

Empresas gastam R$ 1,2 bi com tratamento de resíduos

(25/08/2007) – As empresas brasileiras gastam mais de R$ 1,2 bilhão por ano com tratamento de resíduos, transporte, análises laboratoriais e correção de passivos ambientais. A estimativa é da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), baseada em amplo levantamento de mercado feito pela Pricewaterhouse/Coopers junto às principais empresas do setor.

De acordo com o estudo, somente o tratamento de resíduos e efluentes industriais representa gastos anuais de R$ 433 milhões (35%) às empresas. Para transporte, gerenciamento e análises laboratoriais, as companhias despendem cerca de R$ 412 milhões ao ano (34%). Na correção de passivos ambientais – como, por exemplo, descontaminação de solos e águas subterrâneas, as indústrias gastam aproximadamente R$ 375 milhões (31%).

Segundo Diógenes Del Bel, presidente da Abetre, para cada R$ 100 que a indústria gasta com tratamento de resíduos e efluentes, destina outros R$ 100 com transporte, gerenciamento e análises laboratoriais e mais R$ 100 para corrigir passivos ambientais. “Tais cifras ressaltam a importância de manter nos primeiros níveis hierárquicos as decisões estratégicas em gestão ambiental, como escolha de tecnologia e seleção de fornecedores qualificados”, ressalta Del Bel.

O presidente da Abetre aponta ainda que os passivos ambientais tornaram-se uma preocupação crescente entre empresários, dirigentes e acionistas. “A exemplo de outros países, a questão já ultrapassou as fronteiras do setor industrial e hoje vem ocupando espaço na agenda dos setores financeiro, imobiliário, de seguros e outros”, ressalta. “Empresas que não têm uma política de gestão ambiental baseada em conformidade, qualidade e segurança invariavelmente formam passivos ambientais, que acabam desvalorizando seu patrimônio e inviabilizando fusões e aquisições e o crescimento dos negócios”, conclui Del Bel.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.