São Paulo, 27 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

27/03/2021

CNI: 2ª onda compromete crescimento da indústria


(28/03/2021) – A economia brasileira deverá crescer 3% em 2021, se a redução do isolamento social para o controle da pandemia da Covid-19 permitir o retorno da atividade econômica já no próximo mês de maio.

A previsão consta do “Informe conjuntural – 1º trimestre 2021”, divulgado na última segunda-feira, 22, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para a entidade, esse crescimento refletirá o fraco desempenho da economia, que deve se retrair no segundo trimestre.

Já o PIB industrial crescerá 4,3% em 2021, puxado pela indústria de transformação, que terá alta de 5,7%. A indústria extrativa crescerá 2% e a indústria de construção 4%.

“Se o PIB ficasse constante no valor do último trimestre de 2020, ou seja, se a economia não crescesse durante 2021, teríamos um crescimento de 3,6% na economia e de 4,9% na indústria. Porém, eles se dariam mais pelo efeito do carregamento estatístico dos maus resultados do ano passado para este do que por um crescimento real”, explicou o economista-chefe da CNI, Renato da Fonseca.

A CNI, de qualquer forma, trabalha com dois cenários em 2021, um otimista e o outro pessimista. O PIB brasileiro cresceria 4,5% em cenário otimista, e o industrial, 6,9%, puxado pelo crescimento de 9,7% da indústria de transformação.

Para isso ocorrer, no entanto, seria necessário que as medidas de isolamento já adotadas fossem suficientes para desafogar o sistema de saúde e fossem flexibilizadas ao fim de abril ou início de maio.

O cenário pessimista considera a significativa piora da situação sanitária nas próximas semanas, com a intensificação das medidas de isolamento social e retração da atividade econômica de 11,8% em março e abril. A recuperação se iniciaria em maio, mas apenas no final do mês.

Para a CNI, a segunda onda da pandemia e os efeitos sobre e economia tornam ainda mais urgentes as reformas estruturais, em especial a tributária.

“A construção das bases para o crescimento sustentado deveria ser feita em paralelo às ações para amenizar os efeitos da crise”, afirmou o economista-chefe da entidade. “A agenda de aumento da competitividade, de redução do Custo Brasil, precisa caminhar em ritmo acelerado”.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.