(03/05/2020) – A Indústrias Romi fechou o primeiro trimestre de 2020 com crescimento de 32,7% na entrada de dedidos, em relação ao mesmo período do ano anterior. Na avaliação da empresa, isto demonstra que {naquele momento} “havia uma significante recuperação do mercado brasileiro”.
"A partir do quarto trimestre de 2019 observamos uma recuperação econômica que se manteve no início de 2020, motivando uma melhora na confiança da indústria”, comenta Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi. “Entretanto, com o início da crise de saúde provocada pela pandemia do Coronavírus (Covid-19), é possível notar uma retração significativa desse índice”.
Considerando este cenário, Rosolen informa que o foco da empresa em 2020 passa ser a proteção do principal ativo da companhia: “o nosso time, seus familiares e nossos parceiros de negócio”. E complementa: “Implementamos uma série de medidas restritivas nesse sentido e estamos trabalhando para atender os nossos clientes com o mesmo nível de excelência desempenhado por nós ao longo dos nossos 90 anos de existência".
MÁQUINAS – A entrada de pedidos na Unidade de Máquinas Romi, no primeiro trimestre de 2020, apresentou crescimento de 21,8% quando comparado ao 1T19, resultado da recuperação do mercado brasileiro observado a partir do 4T19.
Nesta Unidade, a receita operacional líquida foi 19,7% maior do que a observada no ‘º trimestre de 2019, decorrente da retomada do mercado doméstico. Esse crescimento, aliado ao controle das despesas operacionais, resultaram em uma expansão da margem operacional, nesse mesmo período de comparação, de 11,5%, de acordo com o relatório de balanço.
Na Unidade de Fundidos e Usinados, houve crescimento de 114,7% na entrada de pedidos do 1T20, quando comparado ao 1T19, resultado da retomada do segmento de peças fundidas de grande porte.
A Unidade de Fundidos e Usinados, alcançou no 1T20 um crescimento de 36,9% na receita operacional líquida em relação ao 1T19, impulsionado pelas entregas das peças de grande porte. A margem operacional apresentou crescimento 15,6%, reflexo do maior volume de produção e faturamento.
Já a Unidade de Máquinas B+W, da Alemanha, apresentou crescimento de 107,2% na receita operacional líquida no primeiro trimestre. O maior volume de faturamento, aliado aos projetos com foco em incremento da rentabilidade, refletiram na evolução na margem operacional.
A receita operacional líquida da empresa apresentou crescimento de 37,4% em relação ao mesmo período de 2019, refletindo positivamente na margem operacional, que nesse mesmo período apresentou expansão de 18,2%.