São Paulo, 20 de junho de 2026

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31/01/2020

Ceratizit prevê crescimento na linha de usinagem


(02/02/2020) – Dos quatro segmentos em que a Ceratizit do Brasil atua – ferramentas para usinagem, cilindros de metal duro, wear parts e metal duro para ferramentas para madeira – o de ferramentas de usinagem foi o que registrou o melhor desempenho em 2019, com crescimento de 25%. E, na avaliação de Marcos Mantovani, diretor-geral da filial brasileira, esse desempenho deve se repetir em 2020, com índice semelhante.

“Devemos fechar o ano fiscal de 2019/2020, em 28 de fevereiro, com crescimento de 12%. Todos os segmentos fecharam em alta, mas o destaque foi Cutting Tools, que passou a contar com a linha da Komet (marca alemã, adquirida em 2017 pela Ceratizit)”, informa Mantovani. Para 2020, a expectativa é de continuidade do crescimento nesse segmento, em parte devido ao significaivo aumento do portfólio da empresa. “Com as aquisições feitas nos últimos quatro anos (WNT, Klenk, Best Carbide, Promax e Komet, entre elas), o portfólio hoje já soma 60 mil itens, um dos maiores do mercado mundial”, frisa Mantovani.

Aliás, grande parte do trabalho da filial ao longo de 2019 – e que continua em 2020 – foi dedicado a se estruturar técnica e comercialmente para poder ofertar o maior número possível de itens desta vasta linha aos clientes do mercado nacional, principalmente nas linhas consideradas mais estratégicas. Para tanto, também foi criada uma equipe de engenharia, hoje com três profissionais, e ampliada a de vendas diretas.

Neste ano, seguindo a estratégia global da Ceratizit, a filial brasileira passará a utilizar-se mais da estrutura já instalada na Região Américas, onde o grupo conta hoje com cinco unidades de fabricação – quatro nos Estados Unidos e uma no México. “A Ceratizit já tinha uma fábrica nos EUA. Com as aquisições da Promax e da Best Carbide, passamos a ter também duas unidades dedicadas à produção de ferramentas de metal duro inteiriço, além da Komet, que mantém unidades nos EUA e no México”, diz. “As plantas norte-americanas, inclusive, já deram início à produção de um programa de ferramentas no sistema métrico para atender o Brasil”.

Sobre o mercado brasileiro, Mantovani observa que o ano passado foi “morno”. Começou mais aquecido, mas desde outubro diz ter sentido uma retração. Para este ano, a expectativa é de que a economia apresente um leve aquecimento, com alta do PIB em torno de 2,3%. “Mas, no caso da Ceratizit no Brasil, no segmento de Cutting Tools, nossa participação no mercado ainda está muito abaixo do nosso potencial, por isso acredito num crescimento mais expressivo, na faixa dos 25%”, conclui.

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