(12/05/2019) – Há cerca de quatro anos, a Mitsubishi Materials – divisão de ferramentas de corte do grupo japonês – adquiriu a divisão de ferramentas da também japonesa Hitachi, rebatizada de Mitsubishi Hitachi Engineering. Agora, na Expomafe 2019, foi lançada oficialmente no Brasil a linha Moldino, desenvolvida com base nos produtos da Hitachi, nome que enfatiza o segmento em que a linha era reconhecida mundialmente: moldes e matrizes.
“Aproveitamos a realização da Expomafe para mostrar a expansão do portfólio e das linhas oferecidas pela Mitsubishi no Brasil”, informa Eduardo Gebra, gerente-geral de Vendas da MMC Metal do Brasil, a filial brasileira da Mitsubishi.
A linha Moldino não era a única novidade no estande. As ferramentas que formavam a linha Mitsubishi Materials também ganharam nova denominação: Diaedge. “Também estamos lançando nossa solução de gerenciamento de ferramentas, que atende as necessidades dos nossos clientes em controle de estoque, que permite a geração de informações e aproxima o processo da Indústria 4.0”.
Outra novidade era o início da distribuição local da Cogsdill, fabricante norte-americana de ferramentas para acabamento de furos e superfícies. Dessa linha, foram expostos no estande brunidores de rolo, rebarbadores e alargadores internos. “É um complemento à nossa linha”, explica Gebra, frisando que se trata de uma parceria apenas para o mercado brasileiro.
EXPANSÃO – Gebra considera que a expansão do portfólio – em especial a linha Moldino – deve contribuir para que a filial brasileira atinja as metas estabelecidas para o médio prazo: 15% em 2019 e outros 15% em 2020. “Desde o ano passado, nós voltamos a registrar crescimento, inclusive com quebra de recorde de faturamento mensal”, diz. “O cenário não é de grande crescimento, mas o potencial do mercado é bom, pois os clientes estão em busca de novas soluções”.
Presente à feira, Shintaro Nagata, novo diretor-presidente da MMC Metal do Brasil, disse que a matriz tem boa expectativa com o mercado brasileiro. “Nosso market share aqui está abaixo da nossa média mundial, que é de 10%. Nosso objetivo é atingir esse índice”, afirmou.