São Paulo, 02 de fevereiro de 2026

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23/08/2009

Seis maneiras que o PLM ajuda empresas a gerar valor

(23/08/2009) – Na semana passada, durante o PTC Technology Day, em São Paulo, a PTC Brasil apresentou o PLM Experience, ambiente direcionado a executivos de empresas dos mais variados portes. A palestra apresentada por Hélio Samora, presidente da filial brasileira, foi focada nas “Seis Maneiras que o PLM ajuda empresas a gerar valor”.

Segundo Samora, essa foi a fórmula encontrada pela PTC para aproximar o PLM (Gerenciamento do Ciclo de Vida do Produto) do dia-a-dia dos executivos das empresas. “Existem centenas de “maneiras” de o PLM ajudar as empresas, mas procuramos focar apenas algumas, através das quais os executivos e as empresas podem dar os primeiros passos em PLM, obtendo um rápido retorno do investimento”, explica. “Optamos pelas de mais fácil mensuração, baseada em problemas reais que os executivos conhecem e podem mensurar”.

Na introdução de sua palestra, Samora lembrou que pesquisa realizada pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology apurou que cerca de 40% dos recursos empregados no processo de desenvolvimento de produtos é puro desperdício (pure waste), 29% são desperdícios necessários (necessary waste) e 30% se referem ao desperdício com trocas de ferramentas e espera por informação (setup and waiting). São fatores que impactam diretamente nos custos de produção, na necessidade de retrabalho ou recalls, no ROI (retorno sobre investimentos) e até no controle eficaz para a certificação de produtos.

AS SEIS MANEIRAS – Para Samora, o PLM é fundamental para ajudar as empresas a alinhavar estratégias na identificação e geração de valor. As “seis maneiras” são as seguintes: aumentar o market share com produtos focados no cliente; aumentar a habilidade de atender a demanda; desenvolver e definir novos mercados; projeto focado em atingir o preço Premium; reduzir o custo de fabricação do produto; reduzir o custo do ciclo de vida do produto.

Incluem-se nesse rol iniciativas como: aumento da colaboração com parceiros e com clientes, redução de retrabalho e perdas, redução do número de protótipos, melhora no reuso de projetos (90% dos produtos são evolutivos), e aumento da modularidade do produto. Destaque ainda para a implementação do Lean Engineering. Segundo Samora, o Windchill – o PLM da PTC – pode ser um forte aliado das empresas em todos esses requisitos, principalmente por permitir a reunião de todas as informações de projeto e desenvolvimento de um produto numa única base de dados, permitindo o gerenciamento do produto integrado.

“Em um mercado competitivo, no qual os produtos precisam ser configurados quase que individualmente e em pouco tempo, o software permite que as empresas reutilizem projetos, façam modificações, organizem tarefas e processos e sincronizem atividades entre grupos de trabalho internos e externos”, diz Samora.

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