São Paulo, 21 de junho de 2026

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29/04/2018

Feimec 2018 trouxe novas perspectivas ao setor


(30/04/2018) – Após enfrentar uma das maiores crises de sua história, durante a qual viu seu faturamento ser reduzido em cerca de 50%, o setor de máquinas e equipamentos pode respirar num ambiente de negócios ao longo de toda a semana passada, durante a realização da Feimec 2018. Com publico acima da expectativa, estandes movimentados e a concretização de negócios, a feira trouxe novas perspectivas aos seus 460 expositores e ao setor como um todo.

Para muitos expositores, mais importante que as vendas realizadas durante o evento, foi o fato de receber visitantes qualificados, com poder de decisão, e perceber o real interesse em investir, em discutir projetos (muitos deles engavetados há tempos) e conhecer novas tecnologias. A presença de visitantes de vários estados do País também foi apontada como um sinal de que o mercado está realmente em processo de recuperação.

“A Feimec foi uma surpresa agradável”, observou Alfredo Griesinger, diretor-geral da Heller do Brasil. Ele conta que antes do evento havia um certo receio de que a política nacional pudesse contaminar o ambiente de negócios da feira. “Mas o que se viu foram visitantes muito qualificados, demonstrando uma disposição de investir que não se via nos últimos três anos”.

Para Luiz Cassiano Rosolem, presidente da Romi, com o descolamento do cenário político, a Feimec foi um sucesso. “Os clientes vieram à feira procurando soluções, preocupados em produzir e em ser mais produtivos e competitivos”, avaliou. “Nossa expectativa em relação ao evento era positiva e estamos muito felizes por termos atingido nossos objetivos”.

Na opinião de Francisco Nakazone, gerente de Vendas da Mazak Sulamericana, “em termos de resultados, a Feimec 2018 foi a melhor feira de que participamos aqui no São Paulo Expo”. Para ele, os destaques do evento foram a boa visitação e o fato de o mercado ter se mostrado comprador. “Conseguimos realizar negócios no evento, vamos levar daqui vários projetos para ser estudados no pós-feira e, além disso, muitos negócios inesperados surgiram na feira”.

“Voltamos a fechar negócios em feira”, comentou Duarte Alves, diretor Comercial para a América do Sul da Okuma. “A Feimec mostrou que a confiança dos empresários está em alta e que o mercado brasileiro está em recuperação”. Para o executivo, a boa presença de empresas de outros estados era mais um sinal de que a economia está em processo de retomada.

“Decidimos expor na Feimec este ano e a decisão foi acertada”, disse Ricardo Bortolucci, gerente de Vendas da América do Sul da Toyoda Koki. “Além do bom número de visitantes que recebemos em nosso estande, várias oportunidades de negócios nos foram apresentadas aqui”. A empresa aproveitou o evento para mostrar a expansão do portfólio, com o lançamento da linha de centros de usinagem verticais Stealth.

Após algumas experiências não muito agradáveis em feiras no País, Dirk Huber, diretor da Junker do Brasil, fez questão de elogiar o pavilhão, a organização, o estacionamento… Mas estava satisfeito também com o nível do público, com o interesse demonstrado pelos visitantes e até por ter realizado uma venda durante o evento. “Eu mesmo nunca tinha vendido uma máquina em feira, o que aconteceu aqui. E estamos com outra máquina praticamente fechada, além de vários outros projetos de curto e médio prazos”, comemorou.

Ricardo Jorge Cruz, gerente-geral de Projetos de Vendas da Grob, classificou o nível de visitação como ótimo. “A feira nos proporcionou negócios desde o primeiro dia do evento”, observou, acrescentando que se surpreendeu com a quantidade de segmentos industriais presentes no evento, bem como com o empenho da organização em estimular projetos de pesquisa e desenvolvimento.

Bruno Watanabe, diretor-geral da Open Mind do Brasil, desenvolvedora do software HyperMill, considerou a feira muito produtiva. “Não só por ter concretizado negócios durante o evento e iniciado vários outros, mas principalmente por ter notado no contato com os visitantes a intenção de voltar a investir em máquinas e softwares”, destacou.

Para Ricardo Lerner, diretor Comercial do Grupo Bener, a feira superou as expectativas. “Desde o primeiro dia, tivemos um nível de visitação elevado com a presença de empresas de vários estados. Surgiram muitos negócios, alguns concretizados aqui e vários outros projetos que serão atendidos no pós-feira”, disse, acrescentando que todas as linhas tiveram bom volume de consultas.

Em sua participação na Feimec, a Trumpf fechou negócios e deixou outros engatilhados. “Vimos que a economia está se recuperando e isso é superpositivo”, disse João C. Visetti, diretor-presidente da empresa, destacando ter notado o interesse dos visitantes, que estavam na feira à procura de bons produtos e preços satisfatórios.

Uma das poucas fabricantes de ferramentas de corte presentes à Feimec 2018, a YG-1 também se mostrou satisfeita com os resultados do evento. “Como iniciamos o atendimento direto aos clientes finais recentemente, investimos nesse evento para ter a possibilidade mostrar o nosso portfólio completo ao mercado”, disse Zuza Guimarães, diretor da YG-1 da América Latina. “E fomos bem-sucedidos. Tivemos uma boa visitação, excelentes contatos, incluindo distribuidores interessados em distribuir nossa marca e muitos contatos com fabricantes de máquinas interessados em parcerias”.

O fluxo de pessoas no estande da Quimatic Tapmatic foi considerado muito bom, especialmente nos três primeiros dias do evento. “O nível técnico dos visitantes nos deixou muito contentes, o que certamente levará ao fechamento de vários negócios no pós-feira”, afirmou Marcelo Françoso, gerente Comercial da empresa.

“Nestes cinco dias de feira, discutimos grandes projetos e esperamos, com isso, colher os frutos do investimento feito no evento”, disse Mairon Anthero, diretor Administrativo da Schunk. O executivo destacou a grande quantidade de visitantes com poder de decisão, tanto de grandes como de pequenas empresas. “O número de visitantes superou as nossas expectativas e o pavilhão atendeu perfeitamente nossas necessidades”.

De acordo com Ennio Crispino, gerente de Vendas da Eurostec, o nível de visitação no estande superou a expectativa já no primeiro dia. “Foram fechadas vendas que estavam em andamento antes da feira, bem como surgiram novos negócios ao longo dos cinco dias”. Para Crispino, o pós-feira também traz grande expectativa para a empresa, em virtude das boas prospecções realizadas na feira.

“Esta edição da Feimec foi muito positiva. Foi gratificante ver o interesse dos visitantes e as oportunidades geradas a partir destes relacionamentos”, observou  Cristian Drewes, diretor de Vendas da Divisão ARO da Ingersoll Rand para a América Latina. “Ficamos surpresos com a quantidade e a qualidade do público”.

Já Fabio Narahara, líder de Marketing na América Latina para Tecnologias e Serviços de Compressão – CTS da Ingersoll Rand, destacou que “o movimento de pessoas e de oportunidades capturadas foi muito satisfatória, maior do que na edição anterior”. E aproveitou para informar que a Ingersoll Rand “tem planos concretos de presença na próxima edição da feira”.

“Foi a melhor feira para a Starrett dos últimos anos”, comemorou Felipe Fabrega Teixeira, gerente de Produtos da empresa. “A Starrett fechou negócios com a venda de grandes máquinas e conseguiu contato com uma série de distribuidores potenciais”, disse, calculando que a empresa obteve resultado de 15% a 20% superiores em comparação com diversas feiras anteriores.

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