São Paulo, 25 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

16/01/2017

Junker do Brasil fecha 2016 com saldo positivo


(16/01/2017) – O Grupo Junker, formado pelas empresas Junker, Zema Zselics e LTA, fechou 2016 com resultado positivo no Brasil. “Na Feira da Mecânica, em maio, ninguém achava que ia conseguir fazer negócios em 2016. Fomos positivamente surpreendidos”, afirma Dirk Huber, diretor da Junker do Brasil.

De acordo com a empresa, os sinais de melhora começaram em agosto, logo após a aprovação do impeachment presidencial no Senado. A perspectiva de mudança na condução política trouxe de volta os pedidos. “Durante todo o ano de 2015 até a primeira votação do impeachment, entregamos 10 máquinas. Só no quarto trimestre deste ano, entregamos sete”, compara Huber.

Um dos principais fabricantes mundiais de retificadoras de alta velocidade e alta precisão com rebolo CBN, o grupo atende principalmente os setores automotivo, de autopeças e ferramentarias com máquinas fabricadas na Alemanha. O portfólio é complementado com as máquinas nacionais da Zema Zselics, que mantém fabrica no ABC e integra o grupo desde 2015. Com fábrica no ABC paulista, a empresa produz retificadoras cilíndricas CNC com rebolos convencionais para diversas aplicações, como retificação de virabrequins, juntas homocinéticas, bicos injetores, eixo turbo compressor, entre outras.

Com foco principal na exportação, a Zema Zselics também teve um ano positivo, segundo Huber: “Temos máquinas vendidas para os Estados Unidos, México e República Tcheca. Acabamos de vender uma Numerika G800 Plus para a França e uma Numerika GH 3500 para a Alemanha”. O aumento da demanda levou a empresa a contratar funcionários, ao contrário do que ocorreu com a maioria das indústrias brasileiras no ano passado. “Aumentamos em 10% o nosso quadro de funcionários, com novos engenheiros e operadores”.

As vendas dos exaustores de névoa e filtros de ar da LTA, a terceira empresa do grupo, também foram positivas. “Estamos mantendo o ritmo dos últimos anos, negociando em média 40 equipamentos”, afirma o diretor.

As expectativas para 2017 são de um ano positivo, apesar das incertezas que ainda rondam a economia e a política no País. “Os empresários estão mais dispostos a investir”, acredita Huber.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.