
(01/11/2015) – A Romi fechou o terceiro trimestre de 2015 com aumento de 5,8% no volume de entrada de pedidos em relação ao mesmo período de 2014. Esse desempenho se deve em grande parte aos resultados obtidos pela Unidade de Negócio de Fundidos e Usinados, que apresentou demanda 124,8% superior à registrada no mesmo período do ano passado e de 17,4% em relação ao trimestre anterior.
Tanto no segundo quanto no terceiro trimestre, o setor de energia eólica tem sido responsável pelo aumento da demanda de fundidos e usinados. Vale destacar que esse aumento ocorre apesar da diminuição dos pedidos de peças dos setores automotivo-comercial (caminhões) e agrícola, tradicionais clientes da empresa.
No quesito entrada de pedidos, a Unidade de Negócio de Máquinas-Ferramenta apresentou no último trimestre performance 35,8% abaixo da observada no mesmo período do ano passado. Já a Unidade de Máquinas para Processamento de Plásticos apresentou alta de 0,6% na mesma comparação. De acordo com a Romi, esse resultado reflete “a instabilidade e a volatilidade da situação econômica brasileira, o que prejudica a demanda por investimentos”.
Receita – A receita operacional líquida no terceiro trimestre de 2015 ficou em R$ 154,2 milhões, montante 6,8% inferior ao alcançado no mesmo período de 2014 e 29,7% acima do trimestre passado. A Unidade de Fundidos e Usinados gerou receita de R$ 40,9 milhões, o que representa aumento de 46,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a Unidade de Máquinas-Ferramenta apresentou receita de R$ 101,3 milhões, com diminuição de 12,2% na comparação com o mesmo período de 2014 e alta de 43,8% na comparação com trimestre anterior. A Máquinas para Processamento de Plásticos totalizou faturamento líquido de R$ 12 milhões, valor 46,1% abaixo do obtido no 3º trimestre de 2014 e 40,9% abaixo do obtido no 2º trimestre de 2015.
"Apesar do cenário desafiador, com níveis de incerteza do mercado atingindo os maiores patamares já registrados e consequente retração dos níveis de investimentos no país, a Romi conseguiu atingir margem EBITDA positiva no trimestre, resultado de diversas medidas, tais como: redução do leadtime de produção, otimização das estruturas indiretas, projetos de redução dos contratos e os investimentos em produtividade. Essas medidas possibilitam que os estoques estejam em níveis normais, a inadimplência controlada e o fluxo de caixa operacional positivo", afirma Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.