(13/09/2015) – “A saída para o crescimento econômico está no aumento consistente da nossa competitividade”, afirma o presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark, que participará do 1º Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos, que será organizado pela Abimaq, no dia 16 de setembro, em São Paulo. Dentro do painel “A Indústria de Bens de Capital como Vetor do Crescimento”, Stark apresentará a palestra enfocando como as empresas que fornecem equipamentos para a indústria podem impulsionar o aumento da produtividade, atualmente o principal obstáculo para o crescimento do País.
Para o executivo, as recentes crises financeiras internacionais evidenciaram o papel estratégico da indústria nas economias mais bem sucedidas, como China, Alemanha e Estados Unidos, ”todos preocupados em preparar seus setores produtivos para um cenário cada vez mais competitivo”, diz. “Hoje, a discussão está focada em como a tecnologia pode contribuir para o aumento na produtividade, funcionando como fator chave para a retomada do crescimento no Brasil”, acrescenta.
A Siemens faz parte de um movimento global chamado de Indústria 4.0, que estimula o uso de alta tecnologia como propulsor da produtividade na indústria. Na Alemanha, com grande apoio do governo, o movimento está em fase avançada e é considerado um dos principais suportes que permitiu ao país enfrentar a crise global de 2008. Com isso, a indústria alemã voltou a ter participação relevante na economia local, enfrentando a concorrência de baixo custo da China, com tecnologia e inovação.
Produtividade na indústria – Empresa de origem alemã, mas com operações em todo o mundo, a Siemens busca levar esta experiência de sucesso para outros países, como o Brasil, considerado estratégico para a empresa. Em encontro recente com a presidente Dilma Rousseff, Joe Kaeser, CEO global da empresa, teve a oportunidade de apresentar a experiência do país europeu, reforçando que empresas desenvolvedoras de tecnologias que estimulam a produtividade podem atuar como parceiras do País, especialmente em momentos de dificuldade econômica.
“Este congresso da Abimaq acontece em um momento muito oportuno para esta discussão sobre a produtividade na indústria. O empreendedor brasileiro se interessa muito por tecnologia e compreende a necessidade de investimentos para se manter produtivo e competitivo”, considera Stark. “Com o uso de tecnologias de automação e digitalização, podemos produzir mais e melhor, permitindo à indústria brasileira uma participação maior no PIB do Brasil, que hoje ainda é muito sensível às flutuações no mercado internacional de commodities”.