(24/10/2010) – A Bucci Industries Brasil, filial brasileira do grupo italiano proprietário das marcas Iemca e Giuliani, entre outras, está ampliando a gama de alimentadores de barras oferecida ao mercado sul-americano. A empresa lançou na Usinagem 2010, feira realizada no mês passado, em São Paulo, os alimentadores AkuFeed V-66e.
Produzida pela filial de Taiwan da Iemca, “a AkuFeed é uma marca já consagrada no mercado asiático mas ainda pouco conhecida no mercado sul-americano”, diz Rogério Fuzaro, diretor-geral da Bucci Brasil, lembrando que no ano passado apresentou outro modelo da linha, o CAM 325.
Fuzaro explica que uma das características do AkuFeed V-66e é o menor custo. Com isso, o objetivo da empresa é ampliar o leque de opções oferecido ao mercado, visando atingir o segmento de baixo e médio volumes de produção. De acordo com o diretor, hoje, a maioria dos clientes da Bucci no Brasil é formada por fabricantes de produtos seriados, com alto volume de produção. “Acredito que a linha AkuFeed contribuirá para podermos mostrar as vantagens do uso dos alimentadores também aos fabricantes que têm menores volumes de produção”, diz.
No segmento de produtos não-seriados e baixos volumes, segundo o diretor, é comum o operador “empurrar” as peças, o que para ele é um desperdício de tempo de mão-de-obra especializada. “Nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ter um operador empurrando peças, quando poderia estar realizando operações de maior importância para o processo de produção”, enfatiza.
“Estávamos muito focados no segmento de alta produção”, comenta o diretor, lembrando que o modelo V-66e vem preencher uma lacuna no mercado brasileiro. O alimentador tem capacidade para barras de 8 a 66 mm de diâmetro, com comprimento de 1,5 m. “O V-66e é economicamente viável, o que vai nos possibilitar ser bem-sucedidos na conquista desse novo nicho”, afirma Fuzaro.
“A nova linha deve ampliar nossas vendas em cerca de 10%”, observa Fuzaro, lembrando que em 2010 a Bucci Brasil já atingiu o mesmo volume de vendas obtido em 2008. Em relação a 2009, os negócios já superaram em cerca de 60% o volume obtido em 2009.