São Paulo, 22 de junho de 2026

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24/10/2010

Sandvik Coromant: crescimento no Brasil é sólido

(24/10/2010) – Para Cláudio Camacho, diretor da Sandvik Coromant do Brasil, o volume de negócios em 2010 surpreendeu. Tanto a nível nacional, quanto global. “Ainda que nem todos os mercados tenham retornado aos níveis de 2008, o resultado foi muito melhor do que todos imaginavam”, diz.

Camacho destaca, em relação ao mercado brasileiro, o fato de o crescimento ter se dado tanto em termos quantitativos quanto qualitativos. “Muitas empresas voltaram a investir em máquinas e ferramentas, para aumentar a produtividade, e no desenvolvimento de novos produtos”, observa.

Especificamente sobre a Coromant, o diretor aponta como um dado bastante positivo o fato de que parte significativa do crescimento da empresa no Brasil ser resultado de investimentos sólidos, de longo prazo. “É o caso dos setores de óleo e gás e energia eólica, assim como o da indústria pesada, de tratores, de caminhões e motores. Todos eles segmentos onde temos boa participação”.

Segundo Camacho, o fato de ter ferramentado um grande número das máquinas vendidas ao longo de 2010 no mercado brasileiro, principalmente para estes setores em expansão, é uma garantia de crescimento futuro para a Coromant. “Para 2011, estamos prevendo crescimento acima da média dos próximos cinco anos – que devem ser de crescimento moderado”.

Para o executivo, os segmentos de maior crescimento para a Coromant nos próximos anos serão os de energia em geral, de usinagem pesada e aeroespacial – que ainda não retornou aos patamares anteriores, mas para o qual considera que a Coromant está com um excelente portfólio. “Estamos também indo ao encontro das pequenas e médias indústrias. Acredito que existe um potencial muito grande para nós nesse segmento”.

Para atender ao crescimento dos próximos anos, Camacho informa que a organização está crescendo e deve se expandir ainda mais em 2011. A empresa tem investido no treinamento e preparação de uma nova geração de técnicos e engenheiros para suprir a falta de mão-de-obra especializada na área de ferramentas de corte. “Temos um grupo de cerca de 20 pessoas em treinamento, alguns deles já efetivados”.

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