(01/08/2010) – A Ceratizit Brasil dobrou o faturamento no segundo trimestre de 2010 em relação ao trimestre anterior. “Mesmo durante o período de crise nos mantivemos em crescimento, mas de março para cá temos verificado aumento expressivo nas vendas”, conta Diogenes Berel, gerente Técnico e Comercial da Ceratizit.
Berel avalia que esse desempenho é resultado do forte e contínuo trabalho realizado durante o ano de 2009. “Mesmo sem a perspectiva de negócios, mantivemos nossa presença em muitos clientes, levando novos produtos, realizando testes… O que foi aprovado tecnicamente nesse período resultou no aumento de volume de negócios nos últimos meses”, informa.
Outro fator que impulsionou os negócios foi o aumento da rede de distribuidores e representantes. “Boa parte dos representantes atuais foram recrutados durante a crise. Esse pessoal garimpou os testes e está colhendo os frutos agora”, diz. E o aumento da rede prossegue: dos atuais 19 distribuidores em todo o País, cinco iniciaram as atividades no último trimestre; dos 25 representantes, três são novos.
Para o gerente, os mais recentes produtos lançados pela Ceratizit no Brasil, sobretudo na linha de fresamento, também foram fundamentais para conquistar mais espaço no mercado. É o caso da nova fresa com 16 arestas, por sua economia, e do sistema tangencial HEC com insertos de cerâmica, de alta produtividade. Destaque ainda para os insertos de cerâmica na linha de torneamento para a usinagem de componentes fundidos.
O crescimento está refletindo no aumento da estrutura da filial. A empresa contratou novos técnicos de aplicação e está iniciando a seleção de profissionais para as áreas de administração de vendas e atendimento. “Também estamos investindo em logística e estoque”, acrescenta.
Segundo Berel, nos próximos meses a filial ganhará o reforço dos lançamentos da Ceratizit previstos para ocorrer durante a feira IMTS, nos EUA, em setembro. Entre as novidades mais esperadas, estão as novas classes para torneamento baseadas na tecnologia recém-desenvolvida pelo grupo, a CTCP 125, composta de classes de metal duro com acabamento otimizado, que reduz a fricção na área de corte e aumenta a vida útil das ferramentas. Além disso, a tecnologia deve ser estendida para outros materiais, como produtos ferrosos e aços inoxidáveis.