
(27/04/2014) – A Volare, fabricante brasileira de veículos leves para o transporte de pessoas e pertencente à Marcopolo, lançou no dia 25 de abril, a pedra fundamental de sua nova fábrica, localizada no município de São Mateus, no Estado do Espírito Santo. A empresa é a primeira montadora de veículos a se instalar no Estado e a nova unidade, em área total de 82,34 hectares, deverá entrar em operação no terceiro trimestre de 2014 e terá capacidade para produzir 1.000 unidades já em seu primeiro ano de atividade.
A primeira fábrica da Volare fora de Caxias do Sul receberá, até o final de 2014, investimento de cerca de R$ 35 milhões em obras. Na primeira fase do projeto, com conclusão prevista para o final deste ano, serão construídos oito prédios, com área total de 21 mil m². A fábrica iniciará operações com cerca de 200 empregados diretos.
Produção – No primeiro ano de atividades serão adotados os modelos atuais e tradicionais de produção. Em sua grande maioria, os sistemas e componentes serão da fábrica de Caxias do Sul em forma de CKD, para montagem local. Aos poucos e conforme houver espaço nos pavilhões, a unidade começará a fabricar peças localmente, até atingir o volume desejado e previsto. Em seguida, as peças poderão ser de qualquer local, Brasil e/ou exterior, até pela facilidade de logística que a localidade dispõe e deverão ser introduzidos alguns processos modernos robotizados de produção em várias áreas, sistema automático de avanço das linhas e logística diferenciada.
Na unidade de São Mateus serão produzidos os modelos Volare DW9, W9, W-L e Limousine. A previsão é atingir 1.000 unidades no primeiro ano de atividades (até meados de 2015). A partir do final do segundo semestre deste ano a linha terá capacidade para até 10/12 veículos por dia. O objetivo é construir uma fábrica que tenha capacidade produtiva de ultrapassar os 35 veículos por dia.
Essas unidades atenderão o mercado brasileiro, sobretudo as regiões Sudeste, Nordeste e Norte, e o internacional, pois, segundo a empresa, um dos motivos para a escolha de São Mateus foi a facilidade da logística para exportação.