
(28/07/2013) – Com a valorização cambial e o aquecimento do mercado de caminhões e máquinas agrícolas, a Romi registrou bom desempenho no segundo trimestre (e no 1º semestre) de 2013. A receita operacional líquida registrou crescimento de 45,2% no trimestre e de 17,4% no semestre, na comparação com os mesmo períodos do ano passado. Foi o melhor resultado trimestral da companhia desde o final de 2011.
“As unidades de negócios de Máquinas-Ferramenta e de Fundidos & Usinados tem se beneficiado diretamente do crescimento dos setores automotivo comercial (caminhões) e agrícola, uma vez que são fornecedores de capacidade instalada, no caso das máquinas, e de insumos, no caso de fundidos”, informa o relatório do balanço divulgado na semana passada.
Já as vendas da Unidade de Negócios de Máquinas para Plásticos foram impulsionadas “pela desvalorização do real frente ao dólar, uma vez que enfrenta forte competição de produtos importados”. Esta unidade faturou R$ 23,3 milhões no segundo trimestre, o que representa aumento de 84,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior; no semestre, o faturamento totalizou R$ 40,7 milhões, 33,6% acima do mesmo período de 2012.
chr38quot;Alcançamos no mercado interno crescimento de 30,9% em nossa receita líquida, se comparada ao primeiro semestre de 2012. Esse fato mostra o fortalecimento dos produtos Romi como um todo e nos deixa ainda mais confiantes para enfrentar os desafios dos próximos trimestres”, afirma Livaldo Aguiar dos Santos, diretor presidente da Romi.
A carteira de pedidos fechou o segundo trimestre com volume 35% superior ao trimestre anterior, com R$ 330,1 milhões. Segundo a companhia, “é natural que haja um crescimento de entrada de pedidos no segundo trimestre em relação ao primeiro, pois as duas principais feiras brasileiras do setor de máquinas (Feiplastic e Feimafe) acontecem no segundo trimestre, aquecendo o mercado”.