
(30/06/2013) – “Não estamos enxergando uma grande crise no mercado brasileiro”, afirma Rogério Penov, gerente-geral da Emuge-Franken. Em seu ponto de vista, o que está ocorrendo atualmente é uma adequação do mercado à realidade. “Acabou o falso otimismo”, frisa.
O gerente explica que, no caso da filial brasileira da Emuge-Franken, os negócios estão em ritmo normal e crescente. “Fechamos o ano passado em alta e o faturamento em 2013 está acima do realizado no mesmo período de 2012”.
Penov explica que no ano passado a empresa fechou bons negócios, com destaque para a participação na implantação do sistema MQL em uma montadora brasileira. “Fornecemos todas as ferramentas para rosqueamento”, diz. Para tanto, contou com o apoio tecnológico da matriz na Alemanha e da filial nos Estados Unidos.
Em sua opinião, o bom desempenho da filial brasileira é resultado de um trabalho sistemático e também da estratégia de distanciar-se da luta pelo mercado de commodities, buscando focar-se em negócios duradouros. “Estamos crescendo com a conquista de novos clientes”.
O gerente considera que a Emuge-Franken Brasil já está bem internalizada no setor automotivo e, agora, vem trabalhando no sentido de expandir a atuação para o setor de energia, em especial o de óleo e gás. “Estamos abrindo clientes nesse segmento, que agora começou a emergir de fato”.
Aliás, uma das novidades da Emuge-Franken na Feimafe era voltada para a área de óleo e gás. A empresa apresentou uma nova linha de ferramentas com adaptadores compostos por um mix de fibra carbono e aço, que tornam a ferramenta mais leve e adequada para altas profundidades.
Outro lançamento no evento era o Speed Synchro. Trata-se de um multiplicador de velocidade que, combinado com o Soft Synchro, compensa os erros de sincronismo no rosqueamento. Como resultado, o equipamento tem capacidade para reduzir o tempo de rosqueamento no processo em até 40%. “É ideal para máquinas onde aceleração e desaceleração são um diferencial”, explica.