São Paulo, 01 de julho de 2026

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11/05/2013

Brasil terá Centro de Excelência para a Indústria Naval

(12/05/2013) – Durante conferência realizada pela Petrobras em Houston, em evento paralelo à Offshore Technology Conference (OTC), o assessor da presidência da Petrobras para Conteúdo Local e coordenador do Prominp, Paulo Sergio Rodrigues Alonso, apresentou os planos para o estabelecimento de um centro de excelência para a indústria naval no Brasil.

Alonso ressaltou que, hoje, o maior desafio para alavancar o pré-sal está na indústria naval e nos estaleiros. “Estamos trabalhando junto com os estaleiros para que possamos atender a demanda e manter a agenda definida em nosso Plano de Negócios e eles não podem falhar. Os desafios são muitos para alcançar um benchmark no setor da construção marítima e para isso seria absolutamente essencial a parceria com empresas internacionais e universidades”, informou.

A média de conteúdo local nas operações de exploração e produção da Petrobras fica entre 55% e 65%. “Para os outros 35% precisamos do apoio das empresas internacionais para conseguir desenvolver nossos projetos, entendemos que a associação com empresas internacionais é a melhor solução para os gargalos tecnológicos, além do trabalho feito em parceria com universidades para alcançar resultados no longo prazo”, explicou.

O assessor da presidência da Petrobras destacou que, devido chr38ldquo;às operações no pré-sal e a magnitude do plano de negócios, perspectivas e particularidades da exploração em águas profundas, não podemos usar equipamentos prontos, precisamos desenvolver tecnologia de ponta e os equipamentos para atender essa demanda”.

Paulo Alonso ressaltou o crescimento da demanda de bens e serviços para a indústria naval nos próximos cinco anos. “Enquanto a produção de petróleo e gás continua crescendo com o desenvolvimento do pré-sal, as oportunidades de investimentos e parcerias no setor vão continuar a crescer para investidores de toda a cadeia de petróleochr38rdquo;.

“As empresas internacionais interessadas em se estabelecer no Brasil são bem-vindas e poderão trabalhar em parceria com empresas brasileiras ou mesmo sozinhas”, concluiu Alonso.

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