São Paulo, 23 de julho de 2024

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27/04/2013

Ferdimat investe na diversificação da linha de máquinas


(28/04/2013) – Especializada na produção de retíficas, a Ferdimat tem investido na diversificação da linha de máquinas. No momento, a empresa prepara o lançamento de um centro de usinagem e duas retíficas. Entre elas uma retífica plana tangencial de perfis, da qual será a única fabricante nacional.

Diego Jimenez Romanillos, diretor da empresa, conta que a Ferdimat, que mantém fábrica em São José dos Campos (SP), está no mercado há 43 anos, já tendo produzido mais de 6 mil máquinas. “Cerca de 500 destas foram exportadas, operação que o câmbio atual transformou numa raridade”, observa. Segundo ele, a diversificação da linha tem como objetivo principal a ampliar a oferta para atender o mercado nacional.

O diretor esclarece que centros de usinagem, por exemplo, não são uma novidade para a Ferdimat. A empresa atua nesse segmento há mais de uma década, embora ele faça questão de frisar que são máquinas do tipo gantry, com três eixos. O novo modelo, CMB 180, que será apresentado na Feimafe, é uma máquina com guias lineares em todos os eixos e capacidade para suportar cargas de até 3 toneladas por m² de mesa. “É uma máquina voltada para a produção de moldes e matrizes e peças aeronáuticas”, explica, acrescentando que será equipada com o novo CNC da Fagor 8060, de 64 bits.

Outra novidade é a retificadora plana tangencial de perfis, que também será lançada na Feimafe. “Seremos o único fabricante deste tipo de máquina no Brasil”, informa. Voltada para peças pequenas (200 mm de largura x 450 mm de altura), a máquina “é de fácil operação, com telas operativas nas quais o operador apenas coloca os parâmetros e, em muitos casos, não é preciso programar nada”. Na feira, também serão apresentados um novo modelo de retífica cilíndrica CNC e a retífica tangencial de grande porte CNC TC 156M.

2013 – Romanillos conta que o primeiro trimestre de 2013 foi positivo para a Ferdimat, com crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. “Porém, creio que esse resultado se deve mais à carteira de pedidos de máquinas especiais, formada no final do ano passado”, diz. “Sendo realista, para nós, 2013 deve ser apenas um pouco melhor que 2012, que não foi nada bom”.

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