São Paulo, 01 de julho de 2026

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16/03/2013

Cummins prevê aumento de 20% na produção de motores


(17/03/2013) – Passadas as dificuldades da introdução da tecnologia Euro 5, a Cummins está otimista com o mercado brasileiro este ano. “2013 será melhor que 2012. Estamos trabalhando com a hipótese de crescimento de 20% na produção de motores”, afirmou Luis Afonso Pasquotto, presidente da Cummins South America, em coletiva de imprensa realizada na semana passada.

Conforme o executivo, a Cummins prevê produzir 59 mil motores em sua unidade de Guarulhos em 2013. No ano passado, a empresa registrou queda superior a 40% no volume de produção, número semelhante ao registrado pela indústria de caminhões em 2012. No entanto, a empresa comemorou o crescimento significativo (35%) no fornecimento de motores para ônibus, passando de 2.351 unidades em 2011 para 3.173 motores em 2012, quando o segmento registrou queda de 17%.

Pasquotto informou que a Cummins Brasil tem plano de investimento de R$ 163 milhões até 2020. Parte desses recursos, cerca de R$ 90 milhões, será destinada à nova unidade industrial da empresa no município de Itatiba (SP), a ser inaugurada em 2014. A outra parte dos recursos será destinada à melhoria de processos e de instalação da atual unidade de motores em Guarulhos.

Resultados – A Cummins South America fechou 2012 com faturamento de US$ 1,6 bilhão (incluindo as joint-ventures). Mesmo com a substancial queda de vendas do setor brasileiro de caminhões, seu principal mercado na região, a empresa obteve seu 2º maior faturamento da história de 42 anos na América do Sul.

A Cummins Inc., também obteve em 2012 o seu 2º melhor desempenho – em 94 anos de história. A empresa fechou o exercício com faturamento bruto de US$ 17,3 bilhões, 3,9% inferior aos US$ 18 bilhões do ano anterior. Os principais mercados internacionais da companhia em 2012 foram os Estados Unidos (48%), Europa/Meio Leste (16%), Ásia/Austrália (11%), América do Sul/México (10%), China (6%), Canadá e Índia (4%) e África (1%).

A divisão de motores respondeu por mais da metade dos negócios. O faturamento da divisão alcançou US$ 10,7 bilhões, dos quais 58% provenientes dos Estados Unidos/Canadá, Europa/Oriente Médio (14%), América Latina/México (10%), Ásia (8%), China (5%), Índia (4%) e África (1%).

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