São Paulo, 01 de fevereiro de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

07/06/2009

“Um novo começo para a Röhm do Brasil”, diz CEO do grupo

(07/06/2009) – “O fechamento da fábrica no Brasil foi uma decisão difícil, mas necessária para o futuro do grupo”, explica Michael Fried, CEO da Röhm, em entrevista exclusiva ao site usinagem-brasil. Segundo Fried, a crise mundial atingiu fortemente o principal cliente da empresa, a indústria de máquinas em todo o mundo. Além disso, a linha de mandris há tempos vinha sendo pressionada pela concorrência chinesa. “Concentrar a fabricação na Alemanha para aumentar a escala de produção foi uma das estratégias que adotamos”.

Fried, porém, prefere falar de um novo início da Röhm do Brasil, que em 2009 completa 50 anos de atividades. “A filial brasileira vai concentrar nossos negócios na América Latina, atendendo indústrias e distribuidores da região, com foco na indústria de máquinas”. Além de responder pela parte Comercial e de Assistência Técnica, a filial também se encarregará do relacionamento com os parceiros locais que irão produzir peças de reposição, adaptadores e eventualmente projetos especiais.

O CEO considera fundamental manter a presença no mercado brasileiro. “O Brasil tem grande potencial para a Röhm, em especial por contar com um variado parque industrial, com indústrias de máquinas, automobilísticas, de autopeças”, diz. “Estou confiante que este mercado vai crescer e, também, que irá retomar antes de outros mercados, como o europeu”.

NOVA ESTRATÉGIA GLOBAL – Fried explica que também na fábrica alemã foram necessários alguns ajustes de capacidade, incluindo o enxugamento de algumas linhas. O mais importante, em sua opinião, é o novo foco da Röhm, bastante direcionado a produtos de maior valor agregado tecnológico. “Reforçamos a área de desenvolvimento e teremos muitas novidades importantes para apresentar em outubro na EMO, em Milão”.

Entre os lançamentos programados para a feira, Fried destaca os novos cilindros que têm como principal inovação o fato de serem elétricos e não hidráulicos. “Eliminar a hidráulica é uma nova tendência, que busca reduzir o nível de ruído, proteger o meio ambiente e também reduzir custos”. Outra novidade é um sistema de fixação de ferramenta que não utiliza molas, de perfil simétrico, balanceado, e que possibilita o emprego de rotações mais altas.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.