São Paulo, 01 de fevereiro de 2026

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31/05/2009

YG-1 mantém plano de ser a n° 1 do mundo em rotativas

(31/05/2009) – Durante o mês de maio, Hokeun Song, presidente e CEO da YG-1, fabricante de ferramentas rotativas, com sede na Coréia do Sul, visitou alguns países, entre eles Brasil e Estados Unidos. “Este é um bom momento para se prospectar negócios”, informou Song, em entrevista exclusiva ao site usinagem-brasil. Sem revelar as empresas que contatou, Song adiantou que nos EUA as conversações estão bem adiantadas. 

Se bem-sucedidas, as conversas vão se transformar em aquisições ou joint ventures, somando-se a um rol que já conta com mais de 20 fábricas ao redor do mundo, sendo 8 na Coréia, três nos EUA, duas na China e na Índia e uma no Japão, Alemanha, Inglaterra, Turquia e Canadá. As mais recentes, adquiridas em 2008, são a Minicut, no Canadá, e a Alfa Tools, no Japão. 

Nos dois casos, a YG-1 adquiriu apenas parte dos negócios. “A Minicut é especializada em ferramentas para o setor aeroespacial, segmento que estamos entrando com força”, explica Song. Já a Alfa Tools é uma pequena fábrica, que atende ao objetivo da YG-1 de servir base para progredir no mercado japonês, considerado fechado a produtos estrangeiros. A princípio, as instalações da Alfa Tools serão utilizadas para prestar serviços de reafiação. No futuro, deve receber investimentos para iniciar a produção de ferramentas especiais.

De acordo com Song, o objetivo dessas negociações é o de levar a empresa à posição de n° 1 do mundo em ferramentas rotativas. Em 2008, a YG-1 deu importante passo nesse sentido, ao ampliar em cerca de 30% o faturamento global, saltando de US$ 260 milhões para US$ 330 milhões. “Não podemos dizer ainda que somos os maiores, mas somos os mais competitivos”, afirmou. A meta da empresa é atingir faturamento de US$ 1 bilhão até 2014. “Até lá talvez já sejamos o nº 1”.

CRISE – Com fábricas vários países, o presidente da YG-1 passa boa parte do ano em viagens. “Nossa geração não havia visto situação econômica como esta e nem verá outra”, analisa. Em sua opinião, Brasil e China (que deve crescer 7,8% em 2009) estão em posição mais confortável que Japão, EUA e Europa. Para ele, os mais afetados são os países mais dependentes de exportações. “Os BRICs, com seus grandes mercados internos, foram menos afetados. Os que adotarem as políticas corretas irão prosperar”, diz, comentando que acredita que sinais mais consistentes de recuperação só devem surgir a partir de março ou abril de 2010, mas que o retorno aos patamares de 2008 deve demorar ainda outros dois anos.

A YG-1 conseguiu obter resultados relativamente bons no primeiro trimestre de 2009, pois contava com grande carteira de pedidos. Já no segundo trimestre vem registrando queda em torno de 30%, comparando-se ao mesmo período do ano passado. Para retomar o ritmo de crescimento, a empresa definiu algumas estratégias. Uma delas é estar mais próxima dos clientes, discutindo com eles maneiras de se tornarem mais competitivos com os produtos da YG-1. Por outro lado, mantém a política de investir no aumento de portfólio, desenvolvendo e lançando produtos, assim como adquirindo empresas ao redor do mundo. 

Alguns produtos apresentados na Feimafe são claros demonstrativos dos novos rumos de desenvolvimento da empresa, com destaque para a linha Multi-1 composta de brocas de aço sinterizado e machos que se caracterizam por usinar variada gama de materiais. “Os machos Multi-1 serão um grande sucesso no mercado”, acredita Song, que destacou também a nova linha de fresas i-Xmill, com insertos intercambiáveis, em duas classes, para usinar materiais até 50 HRc e de 50 a 70 HRc, e as fresas com ponta de CBN soldadas, que permitem a usinagem em altas velocidades de corte, sem refrigeração, em materiais com até 70 HRc. 

Durante sua estada no Brasil, Song esteve acompanhado de Bernd Hofmann (ex-Komet), recém-contratado e que irá coordenar as operações da YG-1 nos mercados europeu e latino-americano.

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