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05/04/2009

SMC Automação vai investir R$ 52 milhões na fábrica do ABC

(05/04/2009) – A filial brasileira da SMC é a que mais cresce entre as 50 subsidiárias do grupo japonês no mundo. Para garantir a manutenção desse crescimento, a companhia anunciou investimentos de R$ 52 milhões na expansão dos negócios, com vistas a consolidar a segunda posição no mercado nacional. Desde 1999, quando se instalou em São Bernardo do Campo (SP), a empresa já investiu R$ 200 milhões no Brasil.

Na semana passada, o presidente da SMC do Brasil, Humberto Visconte, encontrou-se com o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, para comunicar o investimento para expansão de linha e estoques de equipamentos pneumáticos – a empresa fabrica válvulas, atuadores, medidores de vazão, transmissores de pressão, aparelhos para instrumentação industrial entre outros. Segundo Visconte, o plano é, dentro de cinco anos, ampliar a nacionalização dos produtos para mais de 40% da produção que atualmente está em 15%.

Em média, as montadoras respondem por 30% dos negócios da filial brasileira. Em 2009, porém, com o setor automotivo em ponto morto, a SMC pretende pulverizar a carteira e trabalhar mais outros setores. “A área de alimentação está sendo prestigiada em nossas ações”, informa Visconte, acrescentando que mineração e óleo e gás são igualmente prioridades nesta nova fase, tanto que em junho a empresa participará, pela primeira vez, da feira Off Shore, em Macaé (RJ).

Com 13% do market share nacional no setor, a SMC informa que ocupa a segunda colocação num mercado que em 2009 deve movimentar cerca de R$ 200 milhões. “A empresa está há 10 anos no Brasil e avançamos de forma sólida”, comenta. Até o ano passado a empresa crescia à média de 25%, mas em 2009 a projeção é de 12%. Um número excelente, se consideradas as condições de mercado, segundo o executivo.

Com pouca mão-de-obra intensiva – 250 empregados diretos, além dos distribuidores acrescentando uma força de venda de 70 pessoas – , a companhia tem espaço para crescer, não só em termos mercadológicos mas também fisicamente, já que ocupa área de 67 mil m² em São Bernardo, com 20 mil m² de área construída. No local, será erguido o Centro de Logística da América Latina e uma pequena expansão na planta, que será suficiente para dobrar a produção dos equipamentos pneumáticos.

Visconte se diz otimista com o Brasil, confiante que o mercado interno suprirá as necessidades de crescimento do setor neste ano. E espera continuar a ganhar mercado, ultrapassando os 13% a partir de 2010.

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