São Paulo, 25 de junho de 2026

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21/04/2012

Mult-e, a mais nova revenda da PTC no Brasil

(22/04/2012) – Como parte da estratégia de ampliar sua atuação e capilaridade no Brasil, a PTC – Parametric Technology Corporation acaba de firmar parceria com a Mult-e, de São José dos Campos (SP), especializada na implementação de projetos e integração de sistemas de tecnologia da informação (TI) na área de engenharia e qualidade.

“Para a PTC, essa nova aliada representa uma mudança de paradigma importante, porque é a primeira das nossas revendas que possui foco específico na área de TI e não na venda e implementação de soluções CAD/CAM/CAE, em que já temos uma base instalada significativa no País”, destaca Helio Samora, diretor-geral da PTC para a América Latina.

Criada em 1999 para atender a Embraer, a partir de 2003 a Mult-e passou a implementar, customizar e desenvolver soluções de TI também para outras empresas. Atualmente possui em sua carteira de clientes empresas do porte da Alstom, Panasonic, ICEA (Instituto de Controle do Espaço Aéreo), UOL, Metso, Hitachi, Johnson&Johnson, GM, Latecoere, Tenaris Confab, entre outras.

O foco inicial da Mult-e será a comercialização e integração de duas soluções específicas: o Arbortext (solução voltada para a criação e publicação de manuais e catálogos) e o Windchill (família de soluções para gerenciamento do ciclo de vida do produto, da sigla em inglês PLM). Para isso, 10% do seu quadro de profissionais está sendo treinado e ficará dedicado a esse objetivo.

“Vamos ser o braço de serviços da PTC principalmente na região de São José dos Campos, além do interior do Estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Vale do Paraíba, onde temos maior atuação”, destaca Pierre Mangussi, diretor da Mult-e. “A expectativa é de que os negócios gerados com essa parceria resultem, em um ano, em crescimento de 30% do nosso faturamento”.

Na avaliação do executivo, ainda existe muito desconhecimento por parte das empresas brasileiras sobre os benefícios que podem ser obtidos com a implementação de uma solução de PLM. “Grande parte acha que, só porque seu CAD conversa com outros sistemas, não precisa de um PLM, o que demonstra que as empresas não conseguem enxergar a abrangência desse tipo de solução”, salienta Mangussi.

Para ele, esse panorama irá mudar quando grandes companhias como a Embraer, Petrobras e Odebrecht, só para citar alguns exemplos, começarem a exigir que seus prestadores de serviços e fornecedores também adotem uma solução de PLM. “São essas grandes que irão puxar esse mercado. Nos próximos três anos deverá haver um incremento das ações nesse sentido. Mas é preciso que as indústrias comecem a investir agora, para que dentro de três anos tenham a maturidade necessária para aproveitar todo o potencial oferecido pelo PLM”, analisa.

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