São Paulo, 15 de abril de 2024

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16/03/2024

BorgWarner capacita mulheres para trabalhar na área de usinagem

(17/03/2024) – A BorgWarner implementou um programa de capacitação técnica de mulheres na área de usinagem em sua fábrica de Itatiba (SP). Batizado de Girls & Machining, o programa está em linha com iniciativas do grupo voltadas à equiparação de gênero e formação interna.

O Girls & Machining teve início em agosto de 2022 e recebeu 51 inscrições de funcionárias para o curso. Foram selecionadas 14 para as vagas abertas para o curso. “Nos critérios de seleção, foram avaliados tempo de casa e performance”, explica Melissa Mattedi, gerente da BorgWarner Emissions, Thermal and Turbo no Brasil. “Além disso, foram avaliados quesitos técnicos através de uma prova para a escolha de candidatas aptas”.

A empresa informa que buscou parcerias para adaptar o curso e as demandas das participantes para garantir que a capacitação acontecesse. Neste contexto, o curso foi pensado para ser concluído em dois meses, totalizando 125 h de aulas e mais 40 h de estágio dentro da fábrica. O estágio foi realizado no horário de trabalho e cada participante foi apadrinhada por colegas que já exercem a função na companhia.

A partir de agora, as vagas nesta categoria dentro da BorgWarner serão destinadas prioritariamente às participantes do programa adequadas à função. Elas figuram em um ranking de colocação e, conforme as vagas forem abertas, as candidatas recebem uma proposta de transição.

As participantes que já assumiram posição no setor de usinagem tiveram rápida adaptação na função, o que sinaliza que o curso foi muito assertivo e efetivo, segundo a empresa. Antes do curso, a proporção de mulheres no setor de usinagem era de cerca de 1,5% na BorgWarner. Atualmente, ainda em processo da ampliação da transição, esse número chega a 7%.

“Nosso objetivo foi criar um impacto positivo na carreira das participantes, mas conseguimos ir além. O programa contribuiu muito para a quebra de paradigma sobre funções majoritariamente masculinas, demandas reais para a equidade, compartilhamento de conhecimento e valorização do trabalho”, comenta Melissa.

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