São Paulo, 16 de abril de 2024

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02/03/2024

Receita do setor de máquinas volta ao patamar da crise de 2016

(03/03/2024) – Com a queda registrada no mês de janeiro de 2024, de 16,9% em relação a dezembro de 2023, as receitas de vendas internas no setor de máquinas e equipamentos voltaram ao patamar registrado na crise fiscal de 2016-2017. A informação foi divulgada pela Abimaq, na semana passada, quando foi apresentado o balanço de janeiro.

Segundo a entidade, as receitas de vendas de máquinas no mercado doméstico vêm registrando quedas contínuas desde 2022, quando fechou o exercício com retração de 6,9%. Em 2023, a queda foi 15,4%. “Em 2024, o primeiro mês do ano registrou queda de quase 30% em relação ao mesmo mês de 2023, que já tinha sido baixo”, informa a Abimaq. O faturamento no mercado interno caiu 28,5%.

A receita total, incluindo as exportações, caiu 13,3% na comparação com dezembro de 2023, e 21,7% em relação ao janeiro de 2023. Em janeiro, as exportações somaram US$ 1,1 bilhão, resultado 4,5% abaixo do observado em dezembro de 2023 (US$ 1,12 bi), mas 7,3% acima de janeiro de 2023 (US$ 1,0 bi).

“O ano de 2023 foi marcado pelo desempenho histórico das exportações. No período, o setor exportou quase US$ 14 bilhões em máquinas, superando o seu recorde histórico que ocorreu em 2012. Naquele ano, em média a indústria de máquinas exportou US$ 1,16 bi ao mês, patamar próximo ao registrado neste início de 2024”, informa a Abimaq.

Já as importações apresentaram alta em janeiro, tanto em relação ao mês imediatamente anterior (4,8%) quanto em relação ao mesmo mês do ano anterior (7,3%). No mês as importações de máquinas e equipamentos somaram US$ 2,3 bilhões, contra os US$ 2,1 bilhões de janeiro de 2023. Em dezembro de 2023, as importações totalizaram US$ 2,2 bilhões.

O consumo aparente nacional de máquinas e equipamentos, resultado da soma da aquisição de bens produzidos localmente com os importados, no mês de janeiro, registrou queda tanto na comparação com dezembro (-0,4%, com ajuste sazonal) quanto em relação a janeiro de 2023 (-17,7%) e atingiu R$ 22,9 bilhões.

Segundo a avaliação da entidade, a desaceleração da atividade em diversos setores da economia está impactando negativamente as decisões de investimentos no país desde o ano de 2022 e a falta de competitividade da indústria local está dando espaço ao bem importado.

De acordo com os dados divulgados pela entidade, em janeiro de 2024 apenas 48,7% das aquisições foram de máquinas produzidas localmente. As importações representaram 51,3%.

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