São Paulo, 20 de junho de 2024

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10/02/2024

Empresas de transporte investirão R$ 2,5 bi em novos ônibus

(11/02/2024) – A Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) afirmou que as 112 empresas associadas à entidade preveem investir mais de R$ 2,5 bilhões em 2024.

De acordo com a entidade, a aprovação do novo marco regulatório para o transporte interestadual – aprovado em dezembro de 2023 pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) – trouxe para o setor “a segurança jurídica necessária para realizar esses investimentos”.

“Apesar de algumas imperfeições, o marco contempla as premissas essenciais necessárias para o país obter um transporte público com maior qualidade”, afirma o presidente do conselho deliberativo da Abrati, Paulo Porto.

A Abrati prevê que o investimento na ampliação e renovação da frota deve ser 35% maior do que a média investida pelas empresas nos últimos anos. Segundo a entidade, o capex (investimento em bens de capital) em frota já está em andamento e envolve contratos com os fabricantes de chassis Mercedes-Benz, Scania e Volvo e os fabricantes de carrocerias Marcopolo, Buscar e Comil.

Dados da ANTT de 2023 mostram que os quase 10 mil veículos registrados no sistema regular de linhas possuem idade média de 7,5 anos de uso. Porém essa frota teve no ano passado aumento de 21,85%.

Além dos investimentos em frota, as empresas de transporte terrestre de passageiros devem apostar em tecnologia, já que há previsão de investimentos também em aplicativos para “monitoramento da demanda, gestão de receitas e análise da concorrência”.

A Abrati prevê ainda aumento de 30% nas contratações, diante das 24 mil admissões que aconteceram nos últimos dois anos.

Além da contratação de motoristas e mecânicos, a expectativa da entidade é que haja aumento na contratação de profissionais nas áreas de desenvolvimento tecnológico, comunicação e recursos humanos. Essas vagas devem ser abertas em várias cidades fora do grande eixo econômico do país, ou seja, não se restringirão às capitais.

A regulamentação, no entanto, está sendo questionada pelas novas entrantes no segmento. Elas consideram que as mudanças são um retrocesso no processo de abertura do transporte rodoviário, reservando mercado para as empresas que já atuam no setor.

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