São Paulo, 25 de junho de 2026

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23/10/2011

Tornos, da Suíça, passa a operar diretamente no País

(23/10/2011) – Fabricante de tornos multifuso e de cabeçote móvel, a empresa suíça Tornos decidiu passar a operar diretamente no Brasil. Nos últimos 16 anos, a empresa atuou no País via representantes, tendo alcançado nesse período base instalada inferior a 50 máquinas.

Para ampliar a participação no mercado, a empresa entendeu que o melhor seria atuar de forma independente, montando equipes próprias de vendas e pós-vendas. “Os clientes nacionais se sentem mais seguros em lidar diretamente com o fabricante”, explica Paulo Hänni, gerente de Produtos da Tornos do Brasil.

De acordo com o gerente, a nova estrutura irá incrementar o relacionamento com os clientes. “Com uma estrutura própria completa, tanto no pré-venda quanto no pós-venda, a Tornos estará preparada para auxiliar seus clientes na escolha do equipamento ideal de acordo com as suas necessidades, assim como no treinamento para o melhor aproveitamento dos recursos de seus equipamentos, além do suporte de assistência técnica e estoque de peças de reposição no Brasil”, diz o gerente.

E não só. Para o gerente, a atuação direta irá trazer melhores possibilidades de negociação com os clientes. “Nos dará maior flexibilidade para negociar”, afirma, lembrando que uma das novidades da Tornos é a abertura de uma linha de financiamento direto, que estará sendo oferecida em parceria com um banco suíço.

Hänni informa que os planos da Tornos para o Brasil também incluem a instalação de um centro tecnológico no País. “Será o quinto centro da Tornos no mundo”, conta, explicando que o local irá abrigar show room, engenharia, service e engenharia de aplicação. “Essa estrutura será montada para atender toda a América do Sul e Central, incluindo o México”.

Para tanto, a empresa já estabeleceu que irá se transferir da cidade de São Paulo para a região de Campinas, no Interior do Estado. Dentro de dois anos, a nova estrutura já deve estar em operação.

Com a nova estrutura, a empresa estima comercializar de 30 a 40 máquinas no primeiro ano de atividades, volume pouco inferior ao obtido ao longo de 16 anos de atuação via representantes. “Temos grande expectativa de crescimento nos segmentos automotivo e de equipamentos médicos-hospitalares”, finaliza Hänni.

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