São Paulo, 24 de junho de 2026

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15/06/2011

Siemens lança CNC para máquinas de menor porte

(15/06/2011) – A principal novidade no estande da Siemens, na Feimafe, era o Sinumerik 828D Basic, modelo compacto e robusto, desenvolvido com base no 828D, lançado no ano passado. O novo CNC vem atender as necessidades mais comuns em tornos e fresas em máquinas de pequeno porte, podendo ser empregado tanto em produção seriada quanto em peças individuais. “O mercado estava nos solicitando um modelo intermediário, para máquinas mais simples”, explica Oswaldo Prats filho, diretor da Siemens Industry.

Outros destaques no estande eram o CNC 828D, destinado a máquinas de alto desempenho, que combina a funcionalidade de PLC, CNC e controle de eixo em um só painel . O 828D pode controlar até oito eixos/fusos, enquanto o Basic apresenta quatro eixos (torno) ou cinco (fresa).

Ainda na linha de CNCs, outros destaques eram o 840D sl, de alto desempenho em dinâmica e precisão, ideal para aplicações que exigem a mais avançada tecnologia; e o 802D Solution Line, para tornos, fresas e retíficas, com capacidade de controlar até quatro eixos (dos quais um fuso) e um eixo auxiliar adicional.

CRESCIMENTO – De acordo com Prats, embora o mercado não possa ser considerado aquecido no momento, a empresa está registrando aumento entre 10 e 15% em relação a 2010. “Isso significa que nossos novos produtos estão nos permitindo ganhar market share”, avalia.

O diretor vê bons sinais de crescimento no mercado, com a retomada dos investimentos no setor automotivo e em especial na ampliação das fábricas de powertrain, “área em que a Siemens é muito forte, com o 840D, equipado com o software Transline, solução dedicada para indústria automobilística”.

Outros sinais são o crescimento verificado na compra de máquinas pelo setor de moldes e matrizes e, ainda, a compra de máquinas de grande porte por indústrias voltadas ao setor de energia (eólica, turbinas, PCHs e óleo e gás. “Estamos registrando aumento na entrada de pedidos de 15%, o que é multo bom, se consideramos que estamos no segundo ano pós-crise e que em 2010 crescemos 25%”, completa.

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