São Paulo, 05 de julho de 2022

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

11/06/2022

País precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores até 2025

(12/06/2022) – Previsão contida no Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgada no mês passado, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), estima que o Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de trabalhadores até 2025, de modo a prover as necessidades de mão de obra projetadas pelas indústrias.

Deste total, 2 milhões precisarão de qualificação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes deverão receber uma formação continuada e atualizações para o exercício de funções.

Ou seja, 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos terão de ser focadas em aperfeiçoamento. De acordo com a CNI, essa projeção leva em conta a necessidade do uso de novas tecnologias e as decorrentes mudanças na cadeia produtiva, que vem transformando o mercado de trabalho.

O Mapa do Trabalho Industrial é elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria e tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra, além de orientar a formação profissional de base industrial no país.

“E pelo levantamento para os próximos quatro anos, fica claro que o Brasil precisará cada vez mais investir em aperfeiçoamento e requalificação de sua mão de obra”, comenta o gerente-executivo do Observatório, Márcio Guerra.

De acordo com Guerra, a pesquisa também desenvolveu uma análise da trajetória ocupacional dos trabalhadores no mercado de trabalho formal, que subsidiaram o cálculo da formação inicial.

As projeções consideraram também o contexto econômico, político e tecnológico do país, e suas possíveis influências nos vários setores da indústria.

Segundo o Mapa, em quatro anos, devem ser criadas ao menos 497 mil novas vagas formais em ocupações industriais, saltando de 12,3 milhões para 12,8 milhões de empregos formais. Essas ocupações vão requerer conhecimentos relacionados à produção, mas estão presentes em outros setores da economia.

As áreas com maior demanda por formação são transversais, aquelas que permitem ao profissional atuar em diferentes segmentos, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais de metrologia, por exemplo.

Receba notícias
em seu e-mail

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.