São Paulo, 22 de maio de 2022

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08/05/2022

BNDES torna permanente linha Crédito Cadeias Produtivas

(08/05/2022) – O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social decidiu tornar permanente a linha de crédito criada no primeiro ano de pandemia, em junho de 2020, voltada para o fortalecimento das cadeias produtivas nacionais, várias das quais corriam risco de desmantelamento devido aos efeitos da covid-19.

Com foco principalmente nas micro, pequenas e médias empresas, o objetivo do programa, rebatizado de BNDES Crédito Cadeias Produtivas, é permitir que as grandes companhias contratantes compartilhem o risco com seus fornecedores, geralmente empresas de menor porte, dando-lhes acesso a empréstimos com taxas menores. As grandes funcionariam, assim, como as “âncoras” das operações.

Pelo programa emergencial, cujo orçamento era de R$ 2 bilhões, foram desembolsados até março de 2022 R$ 203 milhões para quatro operações, repassados para 157 empresas ancoradas.

“Isso atesta o efeito multiplicador deste tipo de programa, mas o benefício não está apenas na expansão do acesso ao crédito”, explica Bruno Aranha, diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES. “Ele pode ajudar tanto as empresas que querem investir, quanto as que passam por restrição de liquidez, evitando eventuais gargalos no crescimento das cadeias produtivas”.

Em termos operacionais, o programa prevê que a empresa âncora poderá contratar o crédito diretamente com o BNDES e atuar como repassadora de recursos para as micro, pequenas e médias empresas de sua cadeia (ancoradas). Mas empresas de um mesmo grupo não poderão ser âncora e ancoradas.

As empresas âncoras também não poderão auferir lucros ou remuneração pelo risco, tendo em contrapartida acesso a um crédito com juros mais atrativos.

O valor mínimo de cada operação com as empresas âncoras é de R$ 20 milhões, porém não há limites para o financiamento de cada fornecedor. A taxa do empréstimo é formada pela TLP – a taxa básica do BNDES, que acompanha as taxas dos títulos públicos – ou a Selic, a taxa básica de juros, mais uma taxa de remuneração de 1,1% ao ano e o “spread” de risco da empresa âncora. O prazo máximo é de 60 meses, com até 24 meses de carência.

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