São Paulo, 16 de maio de 2022

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19/03/2022

OSG mantém otimismo após crescer 50% em 2021

(20/03/2022) – O aumento do valor do dólar, associado aos custos mais elevados de fretes e as dificuldades logísticas de importação surgidas no final de 2020, contribuíram significativamente para o aumento dos negócios das empresas que fabricam ferramentas rotativas no Brasil, tanto no que diz respeito ao mercado interno, quanto às importações.

É o caso da OSG Sulamericana, fabricante de origem japonesa que mantém fábrica em Bragança Paulista, no interior paulista. “Esta situação trouxe grande oportunidade para empresas que tem produção no Brasil”, afirma Milton Saito, vice-presidente da filial brasileira.

Saito lembra que, no início da pandemia, muitas atividades foram paralisadas ou tiveram de desacelerar por se desconhecer o real impacto da doença e pela necessidade de preservar a saúde dos funcionários e colaboradores. Este fato resultou numa queda da performance da OSG de 10% em 2020, na comparação com o ano anterior. “Entretanto, em 2021, ocorreu grande recuperação em toda a cadeia industrial, resultando em um crescimento da OSG Sulamericana de mais de 50% sobre ano de 2020”, informa.

Esta recuperação rápida e bastante expressiva, superando até os patamares anteriores à pandemia, levaram a empresa a investir na fábrica brasileira para atender o aumento da demanda. Um exemplo foi a nacionalização da linha de machos de alta performance GG-HP, para usinagem de ferro fundido, antes importada do Japão. O incremento na produção exigiu também a expansão do quadro de funcionários, que cresceu cerca de 10% desde o início da pandemia.

Porém, o executivo lembra que os investimentos da OSG na planta brasileira são contínuos, ”seja para renovação e modernização do parque industrial ou para produzir novas ferramentas ou serviços relacionados (como revestimentos e serviços de afiação). Investimos cerca de 6% a 8% de nossa receita anualmente”, explica.

Após o crescimento excepcional de 2021, Saito acredita num desempenho mais modesto em 2022. Entre outros fatores, porque a questão da Covid-19 traz ainda grande incerteza de quando o mundo (e a indústria em geral) voltará à normalidade. “Novos alertas de variantes da Covid-19 estão surgindo no mundo e isto, sem dúvida, prolonga a dificuldade e as incertezas que estamos vivendo”.

Por outro lado, Saito lembra que vários setores têm impulsionado os negócios da empresa no Brasil, em especial a indústria metal-mecânica em geral, com destaque para os segmentos de máquinas agrícolas e rodoviárias, caminhões, energia, fixadores e, inclusive, o aeroespacial. “Novos produtos que foram incorporados ao nosso portfólio também vêm crescendo de importância em nosso faturamento, como os serviços de revestimento PVD e a linha OSG Dental, de ferramentas para o setor odontológico”.

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